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Artigo exclusivo

Alfredo Leite: “Não é fácil cobrir uma guerra quando não se tem experiência, bom senso e medo”

Jornalista do 'Correio da Manhã'/CMTV e do NOW, foi o único português autorizado a fazer a cobertura das cerimónias fúnebres de Ali Khamenei no Irão.

10 de julho de 2026 às 01:30

Há jornalistas que relatam a guerra à distância. E há quem faça da linha da frente o seu local de trabalho. Depois de ter acompanhado no terreno alguns dos conflitos mais marcantes da atualidade, da Ucrânia a Israel e à Faixa de Gaza, Alfredo Leite viajou para o Irão para assegurar a cobertura das cerimónias fúnebres do aiatola Ali Khamenei. O jornalista e diretor-adjunto do ‘Correio da Manhã’ não gosta de romantizar a guerra e fala das reportagens em cenários de conflito com a serenidade de quem acumula mais de três décadas de experiência no terreno. Mas poucas são iguais. Desta vez, foi o único português autorizado a acompanhar o funeral do líder islâmico, numa cobertura conseguida após meses de insistência junto das autoridades iranianas. “O pedido para cobrir a situação no Irão foi feito imediatamente a seguir ao ataque dos EUA e de Israel contra Teerão, no final de fevereiro. Durante meses, as autoridades iranianas condicionaram o território aos jornalistas internacionais. Mas, como sempre nestas situações, não podemos desistir”, explica, sublinhando que o facto de o seu pedido ter sido aceite teve a ver “com persistência e, também, com a consolidação da cobertura internacional que temos feito na Medialivre, em especial no NOW, e isso vai sendo reconhecido”.

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