A sucessão de tempestades que estão a varrer o país expõem-nos às vulnerabilidades aleatórias do clima. Testam ao limite a resiliência do sistema nacional de proteção civil e de urgência e emergência.
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Cada tempestade que chega deixa um aviso sério. Temos de estar em prontidão permanente.
Perante a urgência e a emergência, o Estado não pode improvisar, tem de se preparar.
A improvisação permanente tem custos humanos e financeiros.
Quando tudo falha, improvisamos e isso não pode ser o dia-a-dia de um sistema de saúde.
Quanto tempo pode um país viver em modo de espera antes de perceber que a espera, por si só, também é uma escolha política?
Em 2026, inovar não será apenas instalar ferramentas, mas garantir que reforçam, e nunca substituem, a relação de confiança entre médico e doente.
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