Gastar 1400 euros por ano em saúde e 31% das famílias admitir dificuldades em pagar cuidados é o retrato de um país onde o acesso universal deixou de ser garantido na prática. Quando mais de um quarto dos portugueses adia tratamentos por falta de dinheiro, não estamos perante um problema individual, mas sim uma falha estrutural.
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A saúde tornou-se um bem condicionado pelo rendimento.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Dar sangue não é apenas um gesto generoso. É um dever de humanidade.
É necessário liderar, planear e atuar antes que surjam mais perdas que só fragilizam o SNS.
Priorizar a Saúde exige mais do que intenções.
A primeira vítima de uma guerra é sempre a dignidade humana.
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