A publicação da nova portaria sobre os designados “casos sociais” nos hospitais revela um país que continua a tratar problemas estruturais com medidas de emergência. Expõe a continuada incapacidade de planear políticas que respondam às necessidades reais. Mais de 2800 pessoas permanecem internadas apesar de terem alta clínica, ocupando camas essenciais e motivando constrangimentos nas urgências e cirurgias.
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A improvisação permanente tem custos humanos e financeiros.
Quando tudo falha, improvisamos e isso não pode ser o dia-a-dia de um sistema de saúde.
Quanto tempo pode um país viver em modo de espera antes de perceber que a espera, por si só, também é uma escolha política?
Em 2026, inovar não será apenas instalar ferramentas, mas garantir que reforçam, e nunca substituem, a relação de confiança entre médico e doente.
As lições de 2025 são inequívocas e exigem ação firme.
Valorizar os médicos é, acima de tudo, proteger a sociedade.
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