A publicação da nova portaria sobre os designados “casos sociais” nos hospitais revela um país que continua a tratar problemas estruturais com medidas de emergência. Expõe a continuada incapacidade de planear políticas que respondam às necessidades reais. Mais de 2800 pessoas permanecem internadas apesar de terem alta clínica, ocupando camas essenciais e motivando constrangimentos nas urgências e cirurgias.
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Dar sangue não é apenas um gesto generoso. É um dever de humanidade.
É necessário liderar, planear e atuar antes que surjam mais perdas que só fragilizam o SNS.
Priorizar a Saúde exige mais do que intenções.
A primeira vítima de uma guerra é sempre a dignidade humana.
Um novo hospital é uma decisão estratégica e um imperativo ético e social.
A prescrição é um ato médico, fundado na competência técnica e na responsabilidade individual de cada médico.
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