O próximo ano tem de marcar uma rotura clara com a lógica do improviso. É tempo de passar de um sistema reativo para um sistema que defende ativamente os doentes, valoriza a Medicina e protege quem cuida, com visão e estabilidade. As lições de 2025 são inequívocas e exigem ação firme.
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Dar sangue não é apenas um gesto generoso. É um dever de humanidade.
É necessário liderar, planear e atuar antes que surjam mais perdas que só fragilizam o SNS.
Priorizar a Saúde exige mais do que intenções.
A primeira vítima de uma guerra é sempre a dignidade humana.
Um novo hospital é uma decisão estratégica e um imperativo ético e social.
A prescrição é um ato médico, fundado na competência técnica e na responsabilidade individual de cada médico.
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