O surto gripal chegou mais cedo e a pressão já aumentou sobre o SNS, colocando em evidência, mais uma vez, as suas vulnerabilidades. A gripe que deveria ser uma ameaça sazonal controlável, transforma-se em insuficiência estrutural. A dignidade humana exige que o Estado assegure cuidados acessíveis e eficazes.
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A Saúde tem oscilado ao sabor dos ciclos eleitorais.
Cada tempestade que chega deixa um aviso sério. Temos de estar em prontidão permanente.
Perante a urgência e a emergência, o Estado não pode improvisar, tem de se preparar.
A improvisação permanente tem custos humanos e financeiros.
Quando tudo falha, improvisamos e isso não pode ser o dia-a-dia de um sistema de saúde.
Quanto tempo pode um país viver em modo de espera antes de perceber que a espera, por si só, também é uma escolha política?
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