50 anos depois a Constituição continua a ser o maior programa de Saúde Pública do país. Ao consagrar a universalidade do SNS e o direito a todo e qualquer cidadão a um sistema de assistência médica, a Constituição aprovada no dia 2 de abril de 1976 transformou aquilo que antes era um privilégio num bem comum. Celebrar meio século exige mais do que memória, exige responsabilidade.
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Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Dar sangue não é apenas um gesto generoso. É um dever de humanidade.
É necessário liderar, planear e atuar antes que surjam mais perdas que só fragilizam o SNS.
Priorizar a Saúde exige mais do que intenções.
A primeira vítima de uma guerra é sempre a dignidade humana.
Um novo hospital é uma decisão estratégica e um imperativo ético e social.
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