Decorrido mais um Dia Internacional da Mulher, comemorado por ainda ser necessário, recorda-se aos mais desatentos que as mulheres da Polícia Judiciária passaram por um apertado crivo antes de exercerem funções e que foram as melhores desse processo de recrutamento. Foram selecionadas pelas competências demonstradas e não por pertencerem a um dado género ou para preencherem uma determinada quota. Pelo que são investigadoras de pleno direito.
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Não se compreende como é que a tutela é tão resistente em ouvir a ASFIC/PJ.
No digital todas as palavras deixam impressão.
Esperamos que a decisão de permitir a excecionalidade dos limites de remuneração seja também autorizada na PJ.
Faltam mais de dois mil oficiais de justiça. Os serviços funcionam no limite.
Profissionalismo supera os estereótipos de género.
Está em causa a salvaguarda da separação de poderes.
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