No dia em que deixarmos a Polícia, os títulos desaparecerão e, com eles, toda a importância que achávamos que tínhamos. Seremos considerados arcaicos e ultrapassados, e o mundo em rápida mudança dará razão a quem assim o entender. O que aprendemos em décadas de pouco servirá, e apaziguar-nos-á a noção de que, para renovar ideias, é necessário que se renovem pessoas nos cargos.
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E é isto que acontece quando a lei existe, mas a humanidade falha.
Sistema penal que não reage aos seus próprios atropelos perde aquilo que mais pretende salvaguardar: a confiança pública na Justiça.
Quem assegura diariamente a execução das decisões judiciais conhece melhor do que ninguém o impacto das regras.
Polícia Judiciária e Ministério da Justiça deveriam pugnar e ser exemplo de total transparência.
É da escuta que nascem reformas sólidas.
É vital que os trinta ‘formados’ passem o testemunho que receberam aos que vão entrando.
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