A escassos dias do término dos três anos em que exerci o cargo de presidente da ASFIC/PJ não podia deixar de pedir desculpas à minha família, amigos e brigada que chefio pelas minhas ausências. E agradecer do fundo do coração aos amigos e colegas que comigo estiveram na CNP: ao Bispo, Afonso, Barroso, Sónia, Amaral e José Alberto.
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E é isto que acontece quando a lei existe, mas a humanidade falha.
Sistema penal que não reage aos seus próprios atropelos perde aquilo que mais pretende salvaguardar: a confiança pública na Justiça.
Quem assegura diariamente a execução das decisões judiciais conhece melhor do que ninguém o impacto das regras.
Polícia Judiciária e Ministério da Justiça deveriam pugnar e ser exemplo de total transparência.
É da escuta que nascem reformas sólidas.
É vital que os trinta ‘formados’ passem o testemunho que receberam aos que vão entrando.
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