O Partido Socialista gosta de dizer que é um partido democrata e anda sempre a acenar com o seu fundador a quem gosta de chamar pai da democracia. Porém, a verdade é que não aceita viver em democracia ao desrespeitar o seu principal mandamento: o povo é quem mais ordena. Nos últimos 50 anos, as nomeações para os órgãos externos da Assembleia da República foram acordadas entre os dois maiores partidos. Só que agora há três grandes partidos e o PS recusa largar estes órgãos, mesmo sabendo que é o Chega o líder da oposição e que, por tradição democrática e legitimidade eleitoral, não pode ficar de fora deste processo.
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