Nota-se nestes dias uma certa agitação cuja causa imediata reside quer na crescente ameaça terrorista quer em eleições e referendos importantes que se aproximam.
Ora um dos vícios que costuma colar-se às perceções sobre tais temas é o das chamadas teorias da conspiração. Em resumo, essas teorias defendem que alguns acontecimentos aparentemente casuais são provocados por entidades secretas empenhadas em atingir fins inconfessáveis. O acolhimento de tais teorias é vasto e alimenta muita especulação.
A reunião do Clube Bilderberg, ocorrida no passado fim de semana na Alemanha, pode servir de exemplo. O Clube foi criado em 1954 na Holanda como um grupo de reflexão política e económica. O facto de esse grupo, sem dúvida muito exclusivo, ter atraído governantes, empresários e académicos de prestígio acabou por chamar a atenção não só dos media como também de um certo ‘Jet7’ ansioso de consideração social.
Porém, para os defensores das teorias da conspiração, Bilderberg ocultaria um projeto de domínio da economia mundial semelhante ao do Fórum de Davos. Que pensar dessa teoria? Tratar-se-á de uma sinistra conjura, ou será tão-somente um fenómeno do foro psicológico?
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