Segundo muitos historiadores, o problema central da Europa teria sido sempre a Rússia. A questão é oportuna e, fazendo basicamente apelo à disciplina da geopolítica, contribui para a compreensão global do conflito que opõe Moscovo a Kiev. Nessa perspetiva, as componentes geográficas de um país ou de uma região (população, território, recursos naturais, etc.) determinariam as decisões políticas e estratégicas dos Estados, ou seja, do poder. Portanto, na raiz daquela conflitualidade estariam as diferenças entre as realidades físicas, topográficas e mesmo culturais existentes no continente euroasiático. Nas análises que os especialistas da área fazem, concluem que existe uma Europa virada para o Atlântico cuja projeção de poder se concretiza na NATO. Mas a esta Europa opõe-se outra Europa, continental (Heartland), com maiores afinidades com o Leste e atraída de momento pela influência e liderança moscovita. E a Ucrânia seria o fiel dessa balança de poder.
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