Uma vez mais o Médio Oriente está a ferro e fogo. Não sabemos se o ataque generalizado ao Hezbollah e a morte do seu líder vão provocar uma confrontação mais alargada na região, ou se Israel consegue empurrar um Hezbollah mais debilitado para norte do Rio Litani, única forma de trazer de volta às suas casas os 70.000 israelitas deslocados. Assim se cumpriria, finalmente, a Resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU, de 2006. O que sabemos, porém, é que a estratégia do "anel de fogo", com que o Irão rodeou Israel de grupos armados, sofreu um rude golpe com a degradação do Hamas e agora do Hezbollah, a joia da coroa. Este "anel" era a cobertura do Irão. A primeira linha de ataque contra Israel que lhe permitia impor uma estratégia de desgaste, sem sujar as mãos. Agora o Irão tem um problema sério. Ou se abre para uma coexistência mais pacífica na região, como o atual presidente moderado parece querer, ou sobe a parada. Mas para isso está com os tentáculos debilitados. E sozinho iria assumir um risco elevado. Netanyahu teve o cuidado de dizer na ONU que atinge qualquer alvo que quiser no Irão. Esperemos que o bom senso prevaleça.
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