É uma triste originalidade lusitana: os agentes da PSP e os guardas da GNR prestam serviços de segurança a privados fora do seu expediente normal, sendo para tal gratificados. São pagos em horas extra (cujo valor aumenta esta semana), para garantir segurança em estádios de futebol, em supermercados ou ourivesarias. Estão fardados e armados, colocam o simbolismo da autoridade do Estado à mercê de funções que não a segurança pública. Estão às ordens de interesses privados. Ademais, este serviço, gerido pelas Direcções Nacionais da PSP e GNR, cria uma situação de concorrência desleal face às empresas de segurança privada. E serve para disfarçar, de forma hipócrita, os baixos salários dos agentes públicos de segurança.
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Ministro da Administração Interna deve extinguir os serviços 'gratificados'
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