Antes de Donald Trump ter rebatizado o Golfo do México ao gosto da sua mania das grandezas, já o imperialismo linguístico do inglês americanizado se fazia sentir quanto a nomes estrangeiros. Apelidos terminados em “Stein” (pedra), comuns entre judeus asquenazes e alemães, dão-nos um exemplo expressivo. Os nossos amigos do outro lado do Atlântico pronunciam “steen” quando dizem Grafstein, Weinstein e Epstein. À vista desarmada, só Albert Einstein se terá salvado da corruptela, talvez por o seu apelido ser por demais conhecido quando migrou para os EUA a salvo da vigilância musculada do ICE. Esta tendência foi objeto de uma paródia delirante de Mel Brooks, quando o protagonista de 'Frankenstein Jr.' corrigiu o interlocutor apresentando-se como “Dr. Fronkonsteen”. De todo o modo, o apelido Epstein tornou-se maldito, seja qual for a maneira de o dizer, porque chegam notícias inquietantes de uma rede internacional de tráfico de meninas, por ele dirigida, para satisfação de amigos poderosos.
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