A morte é, ou era, a coisa mais natural do mundo. Pior, infinitamente pior, do que a sua ocorrência é o que as tecnologias médicas nos podem fazer. O problema, não o nego, é complicado. De qualquer forma, aqueles que, como eu, pretendem escolher a forma de morrer não podem ser impedidos de o fazer, devido ao receio do Estado em enfrentar o lobby "pró vida". Não esqueçamos que, ao lado da cristã, existem tradições igualmente respeitáveis, como a estóica, que não olham a morte da mesma forma que a Santa Madre Igreja. No que a esta diz respeito, eis uma surpresa recente. No documento "Pequeno Léxico sobre o Fim da Vid"a, a Pontifícia Academia para a Vida, do Vaticano, declara que "os médicos são obrigados a respeitar a vontade do paciente que recusar a alimentação e a hidratação preparadas para pacientes vegetativos".
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O comando efetivo permanece concentrado num núcleo restrito.
Cresci com Marcelo como contínuo protagonista no espaço público e mediático.
As medidas anunciadas são tardias e incapazes de inverter a crise.
"As direitas têm chefes, mas o rei estava por vontade própria exilado em Massamá".
Um medicamente caro que vários países da Europa já aprovaram, mas Portugal ainda espera para o fazer.
Instabilidade gerada agora pelo ex-primeiro-ministro só se percebe se ele próprio quiser voltar a ocupar o cargo.
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