Aqueles a quem não interessa agora, e especialmente agora, a pouco mais de um mês de eleições, que se fale virão com a teoria que se trata de aproveitamento político ou de que está tudo a embarcar na propaganda da “esquerda” - como se não fizessem o mesmo quando estão no lado mais baixo da balança do poder. Mas a verdade é que o trágico acidente do Elevador da Glória não podia ser mais claro a mostrar a falta de espinha dorsal do político Carlos Moedas. Que era um autarca vaidoso, deslumbrado (confesso que, em 2021, dele não tinha esta imagem) e mais preocupado com perceções - como agora tanto se diz - do que em deixar obra efetiva, os últimos anos já o tinham mostrado. Mas os últimos dias foram a estocada final. Um decisor incapaz de tirar consequências políticas do que aconteceu, o mesmo que veio lembrar a demissão de Jorge Coelho na queda da Ponte de Entre os Rios (2001) para pedir a demissão de Medina aquando da divulgação de dados de ativistas anti-Putin a entidades russas pela Câmara de Lisboa mas agora tudo parece ter esquecido, não merece respeito.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Vai valer a pena, para os 26 segundos mais esperados do ano.
Passos deixa o PSD nervoso com os ataques ferozes que faz.
Nem tudo ficou concluído por Luís Neves na PJ.
Mal o foco do País se desviou da devastação do mau tempo, ressurgiu o caos na Saúde.
A ‘Piedosa’ apaziguou uma sociedade crispada, mas a sua saúde mental não resistiu às atribulações e desgostos que sofreu.
Luís Neves pode vir a ter em mãos vários casos de polícia.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos