O novo ministro da Administração Interna deverá ter tomado nota na sua visita de sexta-feira à Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, onde aprovou o dispositivo de combate a incêndios deste verão, que nas reuniões onde participou não estava (a fazer fé nas fotografias divulgadas) o vermelho da farda de um único bombeiro voluntário: que serão, de entre 15 mil intervenientes no combate aos fogos, quase 11500, podendo ser mobilizados até 21623. Porque será? Mais do que as polícias, e a par do falhanço no combate à sinistralidade no âmbito da ANSR, a Proteção Civil terá de ser o grande projeto de Luís Neves. Ali, quando algo corre mal, nunca tem havido culpas ou responsáveis dentro de casa.
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