O resultado das catástrofes está há anos à vista de todos. Vê-se de cima, graças aos drones e à TV. É uma revolução visual que dá que pensar. Os cidadãos observam a destruição do território pelo fogo, água ou vento, coisa que os olhos dos avós nunca lograram ver. Em agosto do ano passado, arderam mais de 200 mil hectares. Quase 6 meses depois, criou-se uma Comissão Técnica Independente (CTI) para estudar e avaliar o resultado da devastação. São 12 peritos nacionais e internacionais, especialistas em proteção civil e ciências climáticas. Só trabalha desde janeiro e tem 60 dias para apresentar conclusões. A OCDE adiantou-se e já apontou "falhas de coordenação" durante os fogos. A calamidade das cheias, por ironia da Natureza, pode redundar em nova catástrofe no verão que aí vem. Há milhões de árvores derrubadas e toneladas de combustível pelos campos. Uma bomba-relógio. Aguarda-se nova CTI para avaliar o resultado das cheias. E pede-se a todos os santinhos que se possa evitar mais uma CTI para apresentar conclusões sobre os fogos deste ano em... 2027. O novel ministro Luís Neves, ex-PJ, garante estar a estudar o assunto. Como especialista, pode vir a ter em mãos vários casos de polícia.
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