Porque hesitou André Ventura em se candidatar? Temeu um resultado inferior ao do partido, num duelo consigo próprio? O Chega e o seu criador constituem declinações da mesma entidade, num fenómeno de transubstanciação laica. O termo de comparação era o resultado das legislativas, que Ventura cobriu por 0,8%, mas com menos 110 000 votos, na primeira volta das presidenciais. Aliás, consumiu a campanha com promessas que implicariam Partido, Governo, Assembleia e Presidência da República, numa extraordinária miscelânea. A passagem à segunda volta, viabilizada pela turbulência à direita, representou um triunfo. Derrotar na final António José Seguro, candidato imune à crítica aos últimos vinte e cinco anos de governação, seria impossível. Numa eleição a dois, ser segundo é perder tudo. Porém, o sucesso relativo dependia de um número de votos que o colocasse na orla dos 40%. Ora, Ventura não conseguiu atingir essa fasquia, não se podendo justificar com o nível de abstenção, idêntico ao da primeira volta. Isso não o impedirá de se continuar a apresentar como profeta da direita, mas convida-o a refletir sobre o caminho a seguir. Deverá persistir no assalto à direita a partir da sua extrema ou terá chegado a hora de se tentar “recentrar”?
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