Tenho por certo que a luta que o Estado de Direito trava contra o terrorismo é, e deve ser, assimétrica. As organizações terroristas e os seus prosélitos dispõem sempre de dois trunfos: a iniciativa, que lhes permite escolher as circunstâncias de tempo, lugar e modo de cada atentado, e a não sujeição ao espartilho de regras jurídicas. A conjugação de ambos os fatores deveria proporcionar-lhes uma vitória estratégica. Todavia, o Estado de Direito também tem trunfos para contrapor: é a organização social mais sofisticada e poderosa que a humanidade jamais concebeu e, ao cumprir as normas que ele próprio cria, segundo processos pré-definidos, garante o apoio maioritário dos cidadãos. Dir-se-á, em síntese, que o terrorismo adota uma lógica consequencialista, ao pretender que os fins justificam os meios, enquanto o Estado de Direito se orienta pelo proporcionalismo, escolhendo as opções que produzem maior bem ou menor mal, mas com limites impostos pela esfera intangível da dignidade humana.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Entremos, todos, todos, todos, de corpo inteiro na Semana Santa rumo à Ressurreição de Jesus!
Férias de Páscoa. Para muitos milhares de estudantes do 12.º ano, a pausa é sinónima de viagem de finalistas.
Como fazer inimigos e influenciar pessoas às avessas?
O bloqueio do estreito de Ormuz é uma ameaça à economia global. Hoje por causa do petróleo e do gás, há 500 anos por outra mercadoria estratégica: as especiarias. Os portugueses resolveram a questão durante mais de um século.
A olhar o nevoeiro entre as agulhas dos pinhais.
Parafraseando Santo Agostinho, o Estado, sem o Direito Internacional do seu lado, não passará de um bando de malfeitores.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos