Que os políticos sosseguem: não apareceu nenhum Eça para os castigar pela mudança dos ossos do escritor para o Panteão. Não apareceu porque não há. Só houve um Eça, e, por ser imortal, só há um Eça e só haverá um Eça. O que li por aí, prosa esforçada ou trapalhona, tentando achegar-se ao tom ou às pilhérias do fogoso primeiro Eça, meteu dó: nem à superfície os textos rabiscaram palavras que descendessem dele. Parecia fácil, pois, sendo imortais, aí estão.
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