À primeira vista, era apenas uma fotografia simples, quase em demasia. Uma relva mal cuidada, duas cadeiras de plástico desiguais, viradas em sentidos diferentes. Foi essa imagem da capa de um álbum que me apareceu no ecrã do carro, algures numa viagem Porto - Lisboa, quando foi a vez do meu filho Luís, de 26 anos, escolher a música. Pensei, de imediato, que era banal, mas também estranhamente familiar.
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