O calor seco colava-se à pele como uma segunda camada e a areia, levantada pelo vento, obrigava a semicerrar os olhos. À volta, milhares de pessoas agitavam-se entre palcos, num vai e vem que misturava euforia com a impaciência de quem espera o momento que justifica a viagem. De repente, as luzes cortaram a escuridão do deserto californiano e o palco ganhou vida. Era sexta-feira, 10 de abril, e o Coachella, um dos festivais mais icónicos do mundo, abria mais uma edição.
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