A França tem muitas glórias, desde a torre Eiffel ao Louvre, passando pelas 650 variedades de queijos. A minha favorita é a canção ‘O Desertor’ do grande Boris Vian, sobretudo na voz de Serge Reggiani. Do ponto de vista militar, tem menos glórias. Em 1940, a famosa Linha Maginot parecia manteiga perante o ataque alemão. Mais valia chamar-se ‘Linha Imaginou’. Parte do país aderiu alegremente à Ocupação, outra parte não, mas quando os nazis foram corridos afinal os franceses eram todos da Resistência desde pequeninos. Em 1985, uma bomba de terrorismo de Estado afundou um barco dos ecologistas Greenpeace, matando um fotógrafo português. Vá lá, 30 anos depois um dos autores do atentado veio pedir desculpa e dizer que estava só a cumprir ordens, e que aquele atentado estúpido dos serviços secretos franceses bem podia ter dado um Watergate. Para quem não recorda, o Watergate foi um escândalo de espionagem política em Washington que levou à queda do então Presidente Nixon. Por acaso, entretenho-me a ouvir entrevistas de Nixon. Pelos padrões de hoje, o homem seria um paladino de Honestidade & Saber. O mundo dá mesmo muitas voltas.
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