Conta e medida
O namorado fazia ouvidos de mercador, os melhores ouvidos a ter quando eles são muitos e nós poucos.
O namorado fazia ouvidos de mercador, os melhores ouvidos a ter quando eles são muitos e nós poucos.
O Porto tem muito passado, tem muitas histórias para contar, além de algumas ainda por contar.
Se houver adultos na sala, convém lembrar que o sofrimento não é exclusivo de um lado.
Geralmente, a tolerância gera menos arrependidos.
O sentimento, por quem se senta ao volante, de que é tudo seu. Era bom que houvesse cura.
E facilmente o pobre de mim confunde garfo com faca, prato com copo.
Sei apenas que ’A Turista Invisível’ nos aquece a alma. É cómico, humano. Além de sincero e muito bem escrito.
Num mês em que vai tudo a banhos, por um momento Trás-os-Montes foi o centro de Portugal.
Como traduzirá a IA o nosso pontual azedume, os casuais caprichos? Decidir-nos-á inofensivos? Ou tomar-nos-á de ponta?
Só me espanta que no gabinete não tivessem o rosto do homenzinho num boneco vudu, ao lado da efígie de Nossa Senhora.
Não acredito muito na teoria da evolução, mas a verdade é que uma barata adapta-se bem às circunstâncias.
Um conto de fadas dos tempos modernos, com o príncipe salvando a bela adormecida. E a bela adormecida somos nós, os que (tal como o ministro da Educação) ainda não nos ajeitamos no mundo digital.
Vinha de uma terra dura onde os invernos eram rigorosos, e agora aqui estava, numa ilha onde o sol era sempre laranja.
Alturas há em que a nossa frustração é tão grande que nos dão umas súbitas ganas de partir algo.
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