Gostei muito do primeiro ‘Piratas das Caraíbas’, com o Johnny Depp a fazer de pirata mau, quando na verdade era um pirata bom. Aliás, como é um filme da Disney, todas as personagens são boas e engraçadas, até os maus. Essa era a chave do filme: no fundo todos eram bons, sobretudo os maus. Mas claro que havia inimigos. E há uma linda donzela, filha do governador, que depois é raptada pelos piratas, interpretada por Keira Knightley, com quem já quase tive um caso, noutro filme até fui à porta de casa dela com uns cartões na mão a declarar o meu amor, mas ela preferiu casar com outro. Ora, como no filme a inocente Keira leu muitas histórias românticas, quando está cercada tem uma ideia. E clama: “Parlamentar! Invoco a Antiga e Nobre Lei dos Piratas, o direito a parlamentar!” Fica tudo a olhar para ela. Por um momento, silêncio. Os piratas parecem interditos pela Nobre Lei que a jovem invocou. Na verdade, o que sentem é outra coisa. Vergonha alheia. E, depois de um pedaço constrangidos com a ingenuidade da moça, um deles lá balbucia: “Bem, filha, isso que acabastes de invocar não é bem uma lei rígida, é mais uma ténue linha de conduta…”
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