As pessoas são muito ingratas. Volta e meia, dá ao povo português para se queixar dos governantes, sem perceber que é quando falham que lhes devemos mostrar a nossa amizade. Lembrava em boa hora o poeta Alberto Pimenta que os ministros são tão poucos, e nós somos muitos. Sim, seria bom que eles ajudassem o país. Mas a eles, quem os ajuda? Acaso o ministro Leitão Amaro tem culpa de lhe dar para brincar ao cinema? Ou não será antes nossa, por nunca nos termos juntado (feito uma vaquinha) para lhe comprar um brinquedo? E custaria bem pouco. Repartido por todos nós, um carrinho com telecomando para o bom ministro nem um avo de centavo custaria a cada português. Mas, cá está, o povo não pensa. O povo gostaria de ter governantes melhores, sem dar conta de que estes também têm direito a achar que mereciam governar um povo melhor.
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Até Ucrânia e Rússia sabem que, para fazer negociações, têm de se sentar à mesa de negociações.
O que mais me entristece é que, nos próximos cinco ou dez anos, vou deixar de lhe poder chamar Tozé.
Se o povo português teima em ser pobre, como irá o País para a frente?
Governo algum é responsável pelas intempéries súbitas, apenas pelo modo como lhes reage
Este povo de onze milhões consome sozinho um quinto do bacalhau mundial.
Cada um vota com a razão, mas também com o coração.
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