Há quantos anos as presidenciais portuguesas não iam a uma segunda volta? Pelas minhas contas, há trezentos anos. Por contas feitas por alguém melhor do que eu em contas, há 30 anos. Ou 35, se contarmos o segundo mandato de Mário Soares. Jorge Sampaio foi eleito no primeiro à primeira volta, Cavaco Silva idem, Marcelo idem, aspas e selfie. É muita conta. Agora, inédito neste milénio, tudo indica que a primeira volta seja apenas um aquecimento. Um treino. Um aperitivo. Um cházinho.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Até a martirizada Ucrânia já vai a feiras de armamento, expor a sua indústria de drones.
Somos um país abençoadamente pacífico, desde que a ditadura acabou.
Pode haver quem diga que Luís Neves não era de esquerda, só dizia coisas sensatas.
Até Ucrânia e Rússia sabem que, para fazer negociações, têm de se sentar à mesa de negociações.
O que mais me entristece é que, nos próximos cinco ou dez anos, vou deixar de lhe poder chamar Tozé.
Se o povo português teima em ser pobre, como irá o País para a frente?
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos