Há quantos anos as presidenciais portuguesas não iam a uma segunda volta? Pelas minhas contas, há trezentos anos. Por contas feitas por alguém melhor do que eu em contas, há 30 anos. Ou 35, se contarmos o segundo mandato de Mário Soares. Jorge Sampaio foi eleito no primeiro à primeira volta, Cavaco Silva idem, Marcelo idem, aspas e selfie. É muita conta. Agora, inédito neste milénio, tudo indica que a primeira volta seja apenas um aquecimento. Um treino. Um aperitivo. Um cházinho.
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Cada um vota com a razão, mas também com o coração.
O bondoso Donald só cometeu um erro. Devia ter deixado Maduro fugir para a Gronelândia.
Se algo aprendi em 2025 é que, quando faz frio, até a mentira agasalha.
A indiferença ou o sucesso dos outros podem magoar, é verdade que acontece, mas é apenas autoilusão.
Neste Natal, por amor a Portugal, tente baixar a guarda.
É muito difícil vencer ‘guerras existenciais’, pelo que o melhor é evitar tê-las.
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