Nas últimas semanas houve tanta coisa que é natural não termos reparado em algo inaudito que, entrementes, também aconteceu. Tudo terá começado com a passagem do furacão André à segunda volta das presidenciais. Ufano, aproveitou logo para se proclamar “o Líder da Direita”. E não se ficou por aí. Tal como por vezes acontece no boxe, tentou unificar dois títulos em duas categorias de peso distintas. Não só o de novo “Líder da Direita” mas também, por acumulação, o cinto de “Líder da Oposição”. Ora, se o líder da direita é também o líder da oposição, isso então significa que o governo só pode ser… de esquerda. Assim percebemos melhor por que raio Marcelo sorri com tanta ternura para Luís Montenegro. Confunde-o com António Costa.
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Pode haver quem diga que Luís Neves não era de esquerda, só dizia coisas sensatas.
Até Ucrânia e Rússia sabem que, para fazer negociações, têm de se sentar à mesa de negociações.
O que mais me entristece é que, nos próximos cinco ou dez anos, vou deixar de lhe poder chamar Tozé.
Se o povo português teima em ser pobre, como irá o País para a frente?
Governo algum é responsável pelas intempéries súbitas, apenas pelo modo como lhes reage
Este povo de onze milhões consome sozinho um quinto do bacalhau mundial.
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