Estamos em época de volte-faces. Há uma semana, o Luís do governo aparecia alegremente sem cinto no carro. Ainda por cima em plena época pascal, aquela que em Portugal é confundida com o sacrifício de Isaac, só que agora sem Deus a dizer a tempo: “Abraão, nada de sustos, isto era só um teste.” A marialvice do Luís foi uma medida errada e, além de errada, mal medida. Agora, um outro Luís, mas do mesmo governo, anuncia medidas certas. Primeiro, reconheceu que isto não pode continuar, pois a mortandade nas estradas voltou em força. E disse uma frase lapidar, a ‘frase lapidar’ que se espera de um governante: “Parto sempre do princípio de que nenhuma morte na estrada é aceitável.” Segundo, reinstaurou a Brigada de Trânsito. Terceiro, não dourou a pílula. Disse que medidas têm de ser tomadas, e é já.
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Interessante. Este Luís não é uma ameaça para o outro Luís.
Guerras e crises foram sempre excelentes para rasurar direitos.
Os filhos levam tempo até perceber que os pais também são humanos.
Para combater as outras narrativas, o melhor ainda é recuperar uma velha narrativa.
Quando há dias o Sporting recuperou de três secos na Noruega, comovi-me.
Até a martirizada Ucrânia já vai a feiras de armamento, expor a sua indústria de drones.
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