É oficial. O mundo está comovente e toda a gente está a ficar comovida. Ainda uma guerra não acabou e já o planeta está a embarcar noutra. Ou na ameaça de outra. Tirando a Gronelândia, que se está nas tintas, toca tudo a investir nesse produto cheio de futuro, o rearmamento. Ainda por cima é material que se gasta depressa. Os cartéis da droga e da banca andam muito distraídos. Malta, a droga e as comissões escondidas já deram o que tinham a dar. Agora há uma nova heroína. Com a vantagem de, além de altamente viciante, ter ainda um belo subproduto: heróis, e dos descartáveis. Bastará pôr uma rapariga bonita no poster, e ei-los a caminho do estouro, cantando e rindo. Até ao dia em que choram, como aquele rapaz brasileiro que foi para a Ucrânia brincar aos jogos vídeo, até que começou a choramingar, estava a ficar arriscado. Ele tinha ido para matar, não para morrer, mas o contrato não o deixava sair. A boa notícia: conseguiu fugir e está bem, graças a Deus.
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Até a martirizada Ucrânia já vai a feiras de armamento, expor a sua indústria de drones.
Somos um país abençoadamente pacífico, desde que a ditadura acabou.
Pode haver quem diga que Luís Neves não era de esquerda, só dizia coisas sensatas.
Até Ucrânia e Rússia sabem que, para fazer negociações, têm de se sentar à mesa de negociações.
O que mais me entristece é que, nos próximos cinco ou dez anos, vou deixar de lhe poder chamar Tozé.
Se o povo português teima em ser pobre, como irá o País para a frente?
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