O nosso ministro dos nossos Negócios Estrangeiros fez bem em não ligar ao pormenor de a Base das Lajes ter sido utilizada para atacar o Irão sem os Estados Unidos nos darem cavaco. O que iria fazer, pôr o país mais poderoso do mundo de castigo? Paulo Rangel sabe que só se bate nos mais fracos, o que no caso dele significa não bater em ninguém. E ainda bem. Bater nos mais fracos, embora prático, é feio.
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Somos um país abençoadamente pacífico, desde que a ditadura acabou.
Pode haver quem diga que Luís Neves não era de esquerda, só dizia coisas sensatas.
Até Ucrânia e Rússia sabem que, para fazer negociações, têm de se sentar à mesa de negociações.
O que mais me entristece é que, nos próximos cinco ou dez anos, vou deixar de lhe poder chamar Tozé.
Se o povo português teima em ser pobre, como irá o País para a frente?
Governo algum é responsável pelas intempéries súbitas, apenas pelo modo como lhes reage
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