E voltamos a discutir os limites do humor, mais o que tem ou não tem graça. Para me documentar, revi ‘O Ditador’. Sacha Baron Cohen é mais conhecido pelos filmes do Borat, o ingénuo jornalista do Cazaquistão que vai América fora fazendo perguntas estúpidas, sempre sob a capa da ingenuidade de quem “não conhece os nossos costumes”. E confirmei que, catorze anos volvidos, o filme não envelheceu. Das muitas definições de Italo Calvino para um clássico, a mais bonita é esta: obra à qual regressamos com redobrado prazer. E que, enquanto outras foram sanita abaixo, se mantém atual. Distorci um bocadinho porque, para mim, leitura que se preza acrescenta sempre um ponto. Só quem não ama é ‘objetivo’. Se amei um livro, é porque a minha cabeça foi fazendo pingue-pongue com o que li, até o tornar meu.
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