Camões está naquela encruzilhada entre o Renascimento otimista pleno de humanismo e o declínio maneirista que redundou na sensação amarga do "errei todo o discurso de meus anos". A sua morte, no último quartel do século XVI, coincidiu em Portugal com a perda da independência. Eu ia a dizer perca, mas perca é um peixe.
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Até a martirizada Ucrânia já vai a feiras de armamento, expor a sua indústria de drones.
Somos um país abençoadamente pacífico, desde que a ditadura acabou.
Pode haver quem diga que Luís Neves não era de esquerda, só dizia coisas sensatas.
Até Ucrânia e Rússia sabem que, para fazer negociações, têm de se sentar à mesa de negociações.
O que mais me entristece é que, nos próximos cinco ou dez anos, vou deixar de lhe poder chamar Tozé.
Se o povo português teima em ser pobre, como irá o País para a frente?
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