Camões está naquela encruzilhada entre o Renascimento otimista pleno de humanismo e o declínio maneirista que redundou na sensação amarga do "errei todo o discurso de meus anos". A sua morte, no último quartel do século XVI, coincidiu em Portugal com a perda da independência. Eu ia a dizer perca, mas perca é um peixe.
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Este povo de onze milhões consome sozinho um quinto do bacalhau mundial.
Cada um vota com a razão, mas também com o coração.
O bondoso Donald só cometeu um erro. Devia ter deixado Maduro fugir para a Gronelândia.
Se algo aprendi em 2025 é que, quando faz frio, até a mentira agasalha.
A indiferença ou o sucesso dos outros podem magoar, é verdade que acontece, mas é apenas autoilusão.
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