Camões está naquela encruzilhada entre o Renascimento otimista pleno de humanismo e o declínio maneirista que redundou na sensação amarga do "errei todo o discurso de meus anos". A sua morte, no último quartel do século XVI, coincidiu em Portugal com a perda da independência. Eu ia a dizer perca, mas perca é um peixe.
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Só me espanta que no gabinete não tivessem o rosto do homenzinho num boneco vudu, ao lado da efígie de Nossa Senhora.
Não acredito muito na teoria da evolução, mas a verdade é que uma barata adapta-se bem às circunstâncias.
Vinha de uma terra dura onde os invernos eram rigorosos, e agora aqui estava, numa ilha onde o sol era sempre laranja.
Alturas há em que a nossa frustração é tão grande que nos dão umas súbitas ganas de partir algo.
Ninguém consegue ser assustador em cuecas. Ficamos frágeis.
A gravidade está do lado do ódio. Por isso se diz forca da gravidade. Ou força.
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