Houve uma altura em que os idiotas eram um fenómeno disseminado democraticamente por todo o País como qualquer outro segmento de população em relação ao qual possamos estabelecer laços de familiaridade ou similitude. Toda a gente conhecia um idiota (eventualmente vários idiotas) da mesma forma que nos nossos conhecimentos existiria sempre alguém que já tivesse sentido um tremor de terra, presenciado um acidente, feito uma excelente compra de ocasião ou torcido um pé na calçada portuguesa, mas não era comum encontrar vários desses cidadãos no mesmo local.
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