Para atalhar, o melhor é ser direto: políticos e magistrados não combinam. Os primeiros, os bons, adoram discorrer sobre a realidade, pincelando as suas intervenções com metáforas, ironias, sarcasmo, invetivas, interpretando e procurando convencer o seu interlocutor da bondade do seu pensamento. Os outros foram treinados (talvez de forma errada) para o formalismo, o facto despojado de contexto, para o processo e nada mais do que o que está no processo. Enquanto um político vê o Mundo em constante mudança, um juiz e um procurador tendem a vê-lo através da lente de um qualquer código. No primeiro dia de interrogatório, formalmente falando, quando o que decorreu na sala do tribunal foi um comício de José Sócrates, ficou patente o desencontro entre duas formas de dançar a mesma música.
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