Todos os anos, desde 1927, a revista Time escolhe a “Pessoa do Ano”. A mais recente, anunciada há dias, foi um grupo que a Time designou por “Arquitetos da Inteligência Artificial (IA)”. Os editores quiseram distinguir os obreiros de uma revolução em marcha que está a mudar as nossas vidas. Para imagem de capa, um artista digital usou a célebre foto de 1932 de um conjunto de operários sentados numa viga a 260 metros de altura, durante uma pausa na construção de um arranha-céus no centro de Nova Iorque, substituindo-os pelos empresários e cientistas que são os responsáveis maiores pela IA de hoje.
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Num contexto de alterações climáticas, temos de estar preparados para novas catástrofes.
A IA, que resultou da ciência, está a alargar os horizontes dela. E está também a expandir as do ensino.
Há demasiada instabilidade no mundo, pensarão os portugueses, para que o país se meta em aventuras.
A velha teoria dos ovos e dos cestos de Mário Soares continua a fazer sentido.
António Guterres é um homem inteligente, pelo que está bem consciente das suas limitações.
Fazer balanços é mais ou menos fácil, mas acertar previsões é muito difícil.
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