A política e o futebol têm algumas coisas em comum. Desde logo o facto de suscitarem grandes paixões, com muitos adeptos incondicionais tanto de clubes como de partidos. E, depois, o facto de haver disputas com um desfecho imprevisível. As próximas eleições, embora centradas em personalidades e não em partidos, confirmam esse paralelismo. Estão a provocar forte interesse dos portugueses. Os dois maiores partidos tradicionais, o PSD e o PS, estão divididos, havendo militantes que não apoiam o candidato endossado pelos líderes. E há um candidato, dito independente, que à partida parecia favorito, por reunir apoios de pessoas desses dois partidos, para além de muita gente sem partido. Tudo isso contribui para a imprevisibilidade das eleições de 18 de Janeiro.
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