Correio da Manhã
JornalistaDeputados saúdam libertação de quatro presos políticos portugueses
A comissão parlamentar de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas saudou, esta terça-feira, a libertação de quatro cidadãos portugueses na Venezuela, pedindo ao Governo que prossiga as diligências para a libertação dos restantes cinco presos políticos com nacionalidade portuguesa.
No voto, por iniciativa do CDS-PP, esta terça-feira aprovado por unanimidade na comissão parlamentar de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, é saudada a libertação de Carla da Silva Marrero, Pedro Fernández, Jaime dos Reis Macedo e Manuel Enrique Ferreira.
No entanto, o deputado democrata-cristão João Almeida recordou que permanecem nas prisões venezuelanos cinco cidadãos com nacionalidade portuguesa "reconhecidamente como presos políticos" e fez votos que estes possam também ser libertados em breve, "com a força deste parlamento e o acompanhamento muito ativo do Ministério dos Negócios Estrangeiros".
Lusa
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Portugal apoia levantamento de sanções da UE contra Delcy Rodríguez
O Ministério dos Negócios Estrangeiros português manifestou, esta segunda-feira, apoio à iniciativa da chefe da diplomacia da União Europeia (UE) para o levantamento das sanções do bloco contra a Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez.
"É essencial progredir no sentido da transição democrática e libertar todos os presos políticos, em especial, os luso-venezuelanos", sublinhou a diplomacia portuguesa na rede social X, numa mensagem onde manifestou apoio à iniciativa de Kaja Kallas.
Em conferência de imprensa no final de uma reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da UE, em Bruxelas, Kaja Kallas disse que tem visto, da parte das autoridades interinas da Venezuela, passos positivos em relação à Europa, designadamente "a libertação de presos políticos europeus".
Lusa
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Mais de 750 milhões de euros de bens congelados na Suíça
O total dos bens venezuelanos congelados na Suíça atingiu 687 milhões de francos suíços (mais de 750 milhões de euros), indicou esta segunda-feira o Ministério dos Negócios Estrangeiros suíço, divulgando pela primeira vez tal valor.
A 05 de janeiro, entrou em vigor na Confederação Helvética a ordem de congelamento dos bens do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro e de pessoas a ele ligadas.
"Até à data, um total de 687 milhões de francos suíços foi reportado pelos intermediários financeiros suíços ao Gabinete de Relatórios sobre Branqueamento de Capitais", na sequência dessa ordem, afirmou o ministério, sem especificar os nomes dos detentores dos ativos.
A mulher de Nicolás Maduro, a ex-congressista Cilia Flores, o seu círculo próximo e ex-ministros são abrangidos pela medida.
"Trata-se de um congelamento preventivo. Visa impedir qualquer fuga de capitais e facilitar a entreajuda jurídica entre a Venezuela e a Suíça. Nenhum membro do atual Governo foi incluído na lista", explicou o ministério.
Este congelamento vem complementar as sanções em vigor na Suíça desde 2018 contra as autoridades venezuelanas, uma vez que Berna também adotou as sanções decididas pela União Europeia (UE).
Lusa
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Kallas vai propor levantamento de sanções da União Europeia contra Delcy Rodríguez
A chefe da diplomacia da União Europeia (UE) anunciou, esta segunda-feira, que vai propor o levantamento das sanções do bloco contra a Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, saudando "os passos que têm sido dados" na libertação de presos políticos.
Em conferência de imprensa no final de uma reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da UE, em Bruxelas, Kaja Kallas disse que tem visto, da parte das autoridades interinas da Venezuela, passos positivos em relação à Europa, designadamente "a libertação de presos políticos europeus".
"Estamos a discutir, e vamos continuar a discutir no futuro, qual vai ser a nossa abordagem à Venezuela. Eu vou propor que levantemos as sanções contra Delcy Rodríguez enquanto atual Presidente interina", anunciou a alta representante da UE para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, que referiu que ainda não sabe se haverá consenso entre os 27 Estados-membros sobre esta matéria.
Lusa
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Trump anuncia visita à Venezuela, mas sem anunciar data
O Presidente dos Estados Unidos anunciou esta sexta-feira que vai visitar a Venezuela, sem avançar uma data, horas depois de Washington ter autorizado cinco empresas petrolíferas a retomar as operações no país.
"Irei à Venezuela, mas ainda não decidimos quando", afirmou Donald Trump aos jornalistas na Casa Branca.
Delcy Rodríguez diz que haverá eleições "livres e justas" mas não dá prazos
A líder interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, garantiu que o país terá "eleições livres e justas", mas não ofereceu qualquer tipo de prazo para a realização de eleições presidenciais.
"Absolutamente, sim", respondeu Rodríguez, na quinta-feira, em entrevista à estação norte-americana NBC, quando questionada sobre a possibilidade de haver eleições após a captura e detenção do Presidente Nicolás Maduro por Washington, há um mês e meio.
"As eleições estão previstas na Constituição. E realizar eleições livres e justas na Venezuela também significa ter um país livre e onde se possa exercer a justiça", afirmou Rodríguez, acrescentando que o país também deveria ficar "livre de sanções" e do "assédio da imprensa internacional" para organizar essa votação.
Lusa
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EUA aliviam restrições para petrolíferas americanas operarem no país
O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos flexibilizou na terça-feira as restrições para que empresas americanas possam operar no mercado petrolífero venezuelano, embora sob condições rigorosas de controlo e relatório.
Através de duas licenças publicadas, uma para comercializar hidrocarbonetos e outra para o uso de aeroportos e portos, no seu site, o Tesouro flexibilizou, sem eliminar as sanções, endurecidas em 2019, que ainda pesam sobre o país das Caraíbas, as restrições sobre os bens naturais da Venezuela, incluindo petróleo e gás, para que empresas americanas possam comercializá-los.
As licenças incluem condições rigorosas para evitar benefícios diretos para o governo venezuelano, como que qualquer contrato com a Petróleos de Venezuela (PDVSA) ou o Estado seja regido pelas leis americanas e que qualquer disputa seja resolvida nos tribunais dos Estados Unidos.
Além disso, os pagamentos a pessoas sob sanções americanas devem ser feitos em contas designadas pelo Tesouro para manter um "controlo financeiro centralizado".
As empresas que utilizarem a licença para exportar ou fornecer petróleo venezuelano a países que não sejam os Estados Unidos terão de apresentar relatórios detalhados à Administração do presidente Donald Trump.
Além disso, os pagamentos a pessoas sob sanções norte-americanas devem ser feitos para contas designadas pelo Tesouro para manter um "controlo financeiro centralizado".
As empresas que utilizarem a licença para exportar ou fornecer petróleo venezuelano a países que não sejam os Estados Unidos terão de apresentar relatórios detalhados à Administração do presidente Donald Trump. Nesses relatórios será necessário detalhar as partes envolvidas, quantidades, valores, destinos e quaisquer pagamentos ao Governo venezuelano, com relatórios iniciais aos dez dias da primeira transação e depois de 90 em 90 dias.
Por sua vez, o Tesouro aprovou também hoje uma licença que autoriza operações relacionadas com portos e aeroportos na Venezuela.
O documento permite transações "ordinárias e necessárias" para a utilização da infraestrutura logística, desde o pagamento de taxas de aterragem e serviços aeroportuários até operações portuárias, como atracar, desde que tais atividades sejam indispensáveis para o transporte e a logística, e não incluam pessoas ou entidades sancionadas e isentas das exceções estabelecidas.
A autorização do Tesouro foi emitida cinco semanas após a operação militar com a qual os Estados Unidos detiveram Nicolás Maduro em Caracas para o levarem para Nova Iorque e acusá-lo de crimes relacionados com narcotráfico.
Após a queda de Maduro, Trump garantiu que empresas petrolíferas americanas voltarão a operar no mercado venezuelano e que investirão cerca de 10 mil milhões de dólares para modernizar a infraestrutura.
Até agora, a Chevron era a única petrolífera americana com licença especial para operar na Venezuela.
Lusa
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Forças dos EUA apreendem no Oceano Índico petroleiro da "frota fantasma" russa
Os Estados Unidos informaram hoje que apreenderam no Oceano Índico o petroleiro "Aquila II", que consta da sua lista de sanções da "frota fantasma" russa.
"Na noite passada, as forças militares dos Estados Unidos realizaram uma interceção e abordagem sem consequências do 'Aquila II' na área de responsabilidade do Comando Indo-Pacífico", afirmou o Departamento de Defesa nas redes sociais.
"Nada impede o Departamento de Defesa na defesa da nossa pátria, mesmo em oceanos do outro lado do mundo", salientou.
O petroleiro, que terá partido da Venezuela a 3 de janeiro, "violou a quarentena para embarcações sancionadas imposta pelo Presidente (Donald) Trump nas Caraíbas. (...) Fugiu [e] nós seguimo-lo. O Departamento de Defesa seguiu-o e caçou desde as Caraíbas até ao Oceano Índico", relatou.
O Departamento sublinha que "nenhuma outra nação no planeta Terra tem a capacidade de impor a sua vontade em qualquer lugar".
O navio, ostentando as bandeiras grega e panamiana, "está implicado na exportação de crude russo sancionado, proveniente de portos no Mar Negro, no Mar Báltico e na região do Pacífico", conforme a base de dados de sanções.
O 'Aquila II' é um dos 16 petroleiros que deixaram a Venezuela apesar do bloqueio naval imposto pelos Estados Unidos e usava o nome falso de 'Cape Blader', segundo Washington.
Lusa
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Lavrov denuncia que empresas russas sofrem pressões para abandonar mercado venezuelano
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Lavrov, denunciou esta quinta-feira que várias empresas russas estão a sofrer pressões para abandonar o mercado venezuelano.
As pressões, segundo Lavrov, começaram após a operação militar norte-americana realizada na Venezuela, a 03 de janeiro, em que foram capturados o líder venezuelano Nicolás Maduro e a sua mulher, Cilia Flores.
"Estão a ser feitas tentativas abertas para expulsar as nossas empresas da Venezuela", afirmou Lavrov, numa entrevista à estação pública RT, ao responder a uma pergunta sobre a política da administração norte-americana no país latino-americano.
O chefe da diplomacia russa acrescentou que as tentativas de afastar a Rússia para ocupar o seu espaço nos mercados globais não são casos isolados.
"A Índia está proibida de comprar petróleo russo. Pelo menos foi isso que foi anunciado. Todos estão proibidos de o comprar. Tanto petróleo como gás. Em todo o lado dizem que o petróleo e o gás russos serão substituídos pelo petróleo e pelo gás natural liquefeito norte-americanos", denunciou Lavrov.
A 13 de janeiro, a empresa russa Roszarubezhneft, uma entidade estatal que gere os ativos petrolíferos da Rússia na Venezuela, afirmou, em comunicado, que continuará a cumprir plenamente as suas obrigações, em estreita cooperação com os seus parceiros internacionais.
Nas semanas seguintes, durante as quais vários petroleiros da chamada "frota fantasma" russa foram apreendidos, não houve mais comentários oficiais sobre o assunto.
Lusa
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Subida dos preços e desvalorização do bolívar preocupam luso-venezuelanos um mês após captura de Maduro
Um mês após o afastamento de Nicolás Maduro do poder, a comunidade portuguesa mostra-se esperançada que a Venezuela continue em paz, mas "muito preocupada" pela contínua subida dos preços e a desvalorização do bolívar.
"Temos esperança de que as coisas continuem em paz, mas os preços dos produtos e o valor cambial do dólar continua a subir, o que representa uma desvalorização contínua do bolívar, a moeda venezuelana", explicou um comerciante português à Lusa.
Martinho Alves explicou que na Venezuela os preços dos produtos e serviços têm como base o dólar norte-americano, mas são pagos em bolívares, ao valor cambial do dia.
Lusa
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Um mês após captura de Maduro, Venezuela oscila entre esperança e temor
Em transição desde o afastamento, a 03 de janeiro, de Nicolás Maduro do poder, o ambiente na Venezuela é de calma, contrastando com o sentimento da população, que mistura esperança com temor e incerteza com ponderação.
"Passou um mês, continuamos a observar, a vigiar o que acontece. Há esperança e temor quando ao futuro político e económico. Esperança de que rapidamente a situação se estabilize, que a economia melhore rapidamente, mas também temor a eventuais situações de repressão e possível violência entre a população", explicou Carlos Martínez à Lusa.
O construtor civil, de 60 anos, diz que a situação exige ponderação e cautela e sublinhou que já viveu situações complicadas no país, entre os quais o violento 'Caracazo', uma explosão social em protesto contra medidas económicas, que desencadeou saques a estabelecimentos comerciais e mais de 270 mortos.
Lusa
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Corina Machado pronta para discutir transição com presidente interina
A líder da oposição da Venezuela, María Corina Machado, disse que está disposta a reunir-se com a presidente interina Delcy Rodríguez "se necessário" para estabelecer um "cronograma de transição".
De acordo com um comunicado, a vencedora do Prémio Nobel da Paz falava na segunda-feira, durante uma reunião online com a imprensa da Colômbia, um mês após o rapto do Presidente venezuelano Nicolás Maduro, pelas forças armadas norte-americanas, em Caracas.
"Se for necessário reunirmos para definir um calendário para a transição, isso acontecerá", afirmou Machado, em referência a Rodríguez, apesar de acrescentar que o Governo interino "continua a ser uma máfia".
Lusa
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Universidade Católica pede restabelecimento de Estado de direito no país
A Universidade Católica Andrés Bello (UCAB) apelou às autoridades e forças de segurança da Venezuela para restabelecerem o Estado de Direito no país e garantirem a "vigência efetiva da Constituição".
Em comunicado divulgado na terça-feira, o Conselho Universitário da UCAB apelou ainda às autoridades para abandonarem atitudes de confronto, libertar todos os presos políticos e a "priorizar o bem-estar da pessoa humana acima de qualquer interesse particular".
"Empreender caminhos de justiça e paz, garantindo a soberania do país, assegurando o Estado de Direito inscrito na Constituição, respeitando os direitos humanos e civis de todos e cada um, trabalhando para construir juntos um futuro sereno de colaboração, estabilidade e concórdia, com especial atenção aos mais pobres que sofrem devido à difícil situação económica", lê-se no documento assinado pelo reitor, Arturo Peraza, e a secretária do Conselho Universitário, Magaly Vásquez.
Lusa
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EUA dizem preparar reabertura de embaixada após captura de Maduro
A administração do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, notificou o Congresso de que está a dar os primeiros passos para reabrir a embaixada na Venezuela, com funcionários temporários para funções diplomáticas "selecionadas".
Numa notificação aos legisladores, datada de segunda-feira e a que a agência noticiosa Associated Press teve acesso esta terça-feira, o Departamento de Estado afirma que os funcionários deverão viver e trabalhar numa instalação temporária enquanto o complexo da embaixada existente, encerrado em março de 2019, está a ser atualizado conforme os padrões.
"Estamos a escrever para notificar o comité da intenção do Departamento de Estado de executar uma abordagem faseada para potencialmente retomar as operações da Embaixada em Caracas", afirma o departamento em cartas separadas, mas idênticas, enviadas a 10 comissões da Câmara e do Senado.
Lusa
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Venezuela nega lentidão no processo de libertação de presos políticos
As autoridades venezuelanas rejeitaram esta sexta-feira as acusações de alegada lentidão no processo de libertação de presos políticos, afirmando que mais de 400 pessoas foram libertadas até ao momento.
A organização não governamental Foro Penal indicou que apenas 150 pessoas foram libertadas, contrariando o número divulgado pelas autoridades.
Caracas tem levado a cabo um processo de libertação de presos políticos nas últimas semanas - após a captura pelas forças militares norte-americanas do Presidente Nicolás Maduro e da mulher, Cilia Flores, que foram transferidos para os Estados Unidos e levados a julgamento sob acusações de "narcoterrorismo".
Lusa
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Presidente interina da Venezuela convidada a visitar Donald Trump
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, antiga 'número 2' de Nicolás Maduro, capturado pelos Estados Unidos no início do ano, vai visitar Donald Trump em Washington, adiantou quarta-feira fonte da Casa Branca.
Delcy Rodríguez, que continua sob sanções norte-americanas, seria a primeira líder venezuelana a visitar os Estados Unidos em mais de um quarto de século, excluindo os presidentes que participam nas reuniões das Nações Unidas em Nova Iorque.
Lusa
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María Corina Machado aponta como principal objetivo "regressar à Venezuela"
A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, afirmou na capital dos Estados Unidos que o principal objetivo imediato é "regressar à Venezuela" o mais rapidamente possível.
"O que eu quero é voltar para a Venezuela", disse Machado aos jornalistas, na terça-feira, em Washington, no Congresso, o parlamento norte-americano, onde manteve vários contactos.
A líder da oposição reuniu-se com os congressistas cubano-americanos Mario Díaz-Balart e Carlos Giménez e, posteriormente, com membros da Comissão de Negócios Estrangeiros da Câmara dos Representantes, a câmara baixa do parlamento.
Lusa
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Venezuela recebe 300 milhões de dólares com venda de petróleo após acordo com EUA
A presidente interina da Venezuela anunciou terça-feira um acordo de 500 milhões de dólares para a venda de crude da nação sul-americana.
"Dos 500 milhões de dólares iniciais, 300 milhões de dólares já foram recebidos", frisou Delcy Rodríguez durante uma visita a um centro comunitário em Caracas, num evento transmitido pela emissora estatal Venezolana de Televisión (VTV).
Segundo a governante, estes recursos serão utilizados para "cobrir e financiar" o salário dos trabalhadores, bem como para "protegê-lo da inflação" e do "impacto negativo das flutuações do mercado cambial".
A moeda oficial da Venezuela é o bolívar, mas o dólar norte-americano, e ocasionalmente o euro, são utilizados como referência para a fixação de preços de bens e serviços.
Lula da Silva propõe aos EUA superar "diferenças ideológicas" com a Venezuela em prol do pragmatismo
O Presidente brasileiro apelou este domingo para que se "superem as diferenças ideológicas" no âmbito da recente intervenção militar dos Estados Unidos para capturar o Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, uma ação que criticou por implicar o uso da força.
"Os nossos países devem aspirar a uma agenda regional positiva que possa superar as diferenças ideológicas em favor de resultados pragmáticos. Queremos atrair investimentos em infraestruturas físicas e digitais, promover empregos de qualidade, gerar renda e ampliar o comércio dentro da região e com países de fora", destacou Lula da Silva num artigo de opinião publicado no The New York Times.
Tudo isso, acrescentou, para mobilizar os recursos "tão necessários para combater a fome, a pobreza, o tráfico de drogas e as mudanças climáticas".
Lusa
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Oposição e ONG confirmam libertação de mais de cem presos políticos na Venezuela
A organização não governamental (ONG) da Venezuela Foro Penal, que defende os presos políticos, e a maior coligação da oposição confirmaram que o número de presos políticos libertados ultrapassou uma centena.
Venezuela faz revisão e reestruturação das Forças Armadas após ataque dos EUA
O ministro da Defesa da Venezuela anunciou esta sexta-feira uma "revisão e reestruturação" das Forças Armadas após os ataques norte-americanos que mataram 47 soldados venezuelanos e resultaram na captura do presidente Nicolás Maduro e da mulher, Cilia Flores.
Num evento transmitido pela emissora estatal VTV, Vladimir Padrino López apelou à "resistência face às calamidades e ameaças militares" e ao que descreveu como uma "nova situação geopolítica que surgiu no mundo como resultado da agressão à Venezuela".
"Estamos a avançar com o Plano Ayacucho para desenvolver as nossas Forças Armadas, agora com elementos a rever, face a uma realidade que justifica uma revisão e reestruturação", frisou.
Lusa
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María Corina Machado diz que será eleita Presidente "quando chegar a altura certa"
A líder da oposição venezuelana e prémio Nobel da Paz 2025, María Corina Machado, afirmou que será eleita Presidente da Venezuela "quando chegar a altura certa", numa entrevista ao canal televisivo norte-americano Fox News transmitida esta sexta-feira.
"Acredito que há uma missão a cumprir e que transformaremos a Venezuela numa terra abençoada, e que serei eleita Presidente da Venezuela quando chegar a altura certa, e que serei a primeira mulher a ocupar esse cargo", declarou, no programa "Fox and Friends Weekend".
Resolução para limitar poder de Trump ordenar mais ataques chumba no Senado dos EUA
O Senado norte-americano chumbou hoje uma resolução para limitar a capacidade do Presidente ordenar novos ataques contra a Venezuela, com o voto de desempate do vice-presidente JD Vance a ser decisivo.
Depois de há uma semana a resolução sobre os poderes de guerra ter obtido 52 votos a favor (47 contra), dois dos cinco republicanos que haviam votado favoravelmente recuaram hoje na votação final, após terem sido intensamente pressionados pela Casa Branca nos últimos dias.
Com a votação no Senado empatada em 50-50, coube ao vice-presidente JD Vance o voto que impediu a proposta de avançar.
Os republicanos Josh Hawley e Todd Young mudaram o seu sentido de voto em relação à semana passada.
Mantiveram apoio à mesma os senadores republicanos Rand Paul, Lisa Murkowski e Susan Collins.
O resultado da votação demonstrou como Trump ainda exerce influência sobre grande parte da bancada republicana, mas a margem apertada de votos também evidenciou a crescente preocupação no Capitólio com as ambições agressivas do Presidente em matéria de política externa.
Mesmo que fosse aprovada, a resolução não tinha praticamente hipóteses de se tornar lei, pois Trump teria ainda de promulgá-la se fosse aprovada pela Câmara de Representantes, onde os republicanos têm uma curta maioria.
Exigindo a aprovação do Congresso para quaisquer novos ataques ao país sul-americano, a resolução demonstrava sobretudo a preocupação de alguns republicanos após a detenção do líder venezuelano Nicolás Maduro numa operação surpresa noturna levada a cabo pelas forças armadas norte-americanas no início do ano.
O executivo Trump pretende agora controlar os recursos petrolíferos e o governo da Venezuela.
Os democratas não conseguiram fazer aprovar várias resoluções semelhantes enquanto Trump intensificou a sua campanha contra a Venezuela, tendo os eleitos republicanos sido influenciados agora pela captura de Maduro e a ambição manifestada em relação ao controlo da Gronelândia, território dinamarquês.
Os líderes republicanos afirmaram não terem sido notificados previamente sobre a operação em Caracas para prender Maduro e a sua mulher, Cilia Flores, embora tenham recebido na passada semana informações confidenciais sobre a operação por parte de altos funcionários do executivo.
O governo tem utilizado uma série de justificações legais em constante evolução para a campanha de meses na América Central e do Sul, desde a destruição de alegados barcos de tráfico de droga e autorizações para o combate global ao terrorismo até à detenção de Maduro, no que foi ostensivamente uma operação de segurança para o levar a julgamento nos Estados Unidos.
Segundo a Constituição, o Congresso declara guerra enquanto o Presidente atua como comandante-chefe.
Contudo, os legisladores não declaram guerra formalmente desde a Segunda Guerra Mundial, concedendo aos presidentes ampla liberdade para agirem unilateralmente.
Os governos têm a obrigação de notificar o Congresso no prazo de 48 horas após o envio das tropas e de terminar as ações militares dentro de 60 a 90 dias, na ausência de autorização --- limites que os presidentes de ambos os partidos têm ultrapassado rotineiramente.
Lusa
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Washington tenta obter mandados de apreensão para dezenas de petroleiros ligados à Venezuela
Depois da operação de captura de um navio petroleiro com bandeira russa e ligações à Venezuela, na semana passada, os EUA deram entrada na justiça com vários novos pedidos de obtenção de mandados, com vista à apreensão de dezenas de outras embarcações ligadas ao país sul-americano.
De acordo com a Reuters, que falou com fontes próximas dos processos, os EUA pretendem consolidar o seu controlo sobre o trânsito da matéria-prima de e para a Venezuela.
Nas últimas semanas, o exército norte-americano já capturou cinco barcos em águas internacionais, antes e depois da captura de Nicolás Maduro.
ONG confirma libertação de pelo menos 56 presos políticos na Venezuela
Organizações não governamentais (ONG) e a oposição da Venezuela confirmaram que pelo menos 56 presos políticos foram libertados desde quinta-feira, enquanto o Governo afirma que 116 saíram em liberdade, mas sem revelar os nomes.
A ONG venezuelana Foro Penal, que até domingo contabilizava pouco mais de 800 presos políticos, confirmou a libertação de 56 pessoas até às 21h15 de segunda-feira (01h15 desta terça-feira em Lisboa).
Segundo o balanço mais recente da Foro Penal, o número de presos políticos incluía 86 pessoas com nacionalidade estrangeira ou com dupla nacionalidade, entre os quais cinco lusovenezuelanos.
María Corina Machado vai encontrar-se com Donald Trump
María Corina Machado vai encontrar-se com Donald Trump. De acordo com a imprensa norte-americana, o encontro entre a líder da oposição venezuelana e Prémio Nobel da Paz e o presidente dos EUA terá lugar esta quinta-feira, com Corina Machado a ser recebida na Casa Branca.
Estados Unidos recomendam aos cidadãos que não viajem para a Venezuela
O Departamento de Estado dos Estados Unidos recomendou este sábado aos cidadãos norte-americanos para não viajarem para a Venezuela e aos que já se encontram no país que "o abandonem imediatamente", devido a uma situação de segurança considerada "instável".
"Há informações de que grupos de milícias armadas, conhecidos como coletivos, estão a montar bloqueios nas estradas e a revistar veículos em busca de provas de cidadania norte-americana ou de apoio aos Estados Unidos", escreveu o Departamento de Estado.
Segundo a agência de notícias espanhola EFE, o Gabinete de Assuntos Consulares do Departamento de Estado atualizou a sua recomendação para a Venezuela, que continua a ter o nível mais alto de risco para os norte-americanos, para divulgar os relatos sobre as milícias e pedir "precaução" aos cidadãos que se encontram no país sul-americano.
Lusa
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Venezuela está em conversações com os EUA sobre o restabelecimento das relações diplomáticas
A Venezuela está prestes a realizar conversações com enviados dos EUA em Caracas sobre o restabelecimento das relações diplomáticas, dias depois de as forças americanas terem deposto Nicolás Maduro como presidente.
A Venezuela anunciou na sexta-feira que iniciou discussões com diplomatas norte-americanos na capital, o mais recente sinal de cooperação após a captura de Maduro e a afirmação do presidente dos EUA, Donald Trump, de que está «no comando» do país sul-americano.
Autoridades afirmam que os enviados dos EUA estavam em Caracas para discutir a reabertura da embaixada do país, enquanto em Washington, Trump reuniu-se com empresas petrolíferas para discutir os seus planos de acesso às enormes reservas de petróleo da Venezuela, de acordo com o The Times of Israel.
Correio da Manhã
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Pelo menos 60 detidos na Nicarágua por celebrar captura de Maduro
Pelo menos 60 pessoas foram detidas na Nicarágua por comemorarem a captura do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, de acordo com uma organização não-governamental e um jornal no exílio.
Os copresidentes da Nicarágua, o casal Daniel Ortega e Rosario Murillo, são aliados incondicionais de Maduro, que foi levado à força há uma semana para os Estados Unidos, para responder a acusações de narcotráfico.
"Pelo menos 60 detenções arbitrárias" de pessoas que comemoraram a queda de Maduro na Internet ou em privado ocorreram no país desde então, denunciou a organização de defesa dos direitos humanos Monitoreo Azul y Blanco, na rede social X.
Lusa
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Donald Trump cancela segunda vaga de ataques à Venezuela
Donald Trump afirmou esta sexta-feira que cancela a segunda vaga de ataques à Venezuela, anteriormente prevista, após cooperação do país sul-americano.
Trump disse que os EUA e a Venezuela estam a trabalhar juntos, acrescentando que pelo menos 100 mil milhões de dólares seriam investidos pelas grandes empresas petrolíferas na Venezuela.
O presidente norte-americano afirmou que não vão ser lançadas novas operações militares planeadas na sequência da primeira intervenção, de acordo com a Reuters.
Correio da Manhã
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China manterá apoio à Venezuela independentemente da evolução da situação política
O Governo chinês reafirmou esta sexta-feira que, independentemente do que acontecer na Venezuela, o país asiático continuará a apoiar Caracas na defesa da sua soberania e segurança nacional.
"A China continuará a apoiar firmemente a Venezuela na salvaguarda da sua soberania, dignidade e segurança nacional, independentemente de como evolua a situação política", afirmou a porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros, Mao Ning.
A porta-voz destacou que Pequim manteve uma comunicação e cooperação "sólidas" com o Governo venezuelano e que o país "está profundamente empenhado em aprofundar a cooperação prática e promover o desenvolvimento comum".
Lusa
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Trump diz que Governo cubano "está por um fio" e "em sérios apuros"
O Presidente norte-americano, Donald Trump, alertou esta sexta-feira que o Governo cubano liderado por Miguel Díaz-Canel "está por um fio" e "em sérios apuros", na sequência do recente ataque dos EUA contra a Venezuela para deter Nicolás Maduro.
"Acho que Cuba está por um fio. Cuba está em sérios apuros (...) Cuba está em apuros há 45 anos e não caiu. Mas acho que estão muito perto disso por vontade própria", realçou, numa entrevista ao programa do radialista Hugh Hewitt, quando questionado se havia alguma possibilidade de Díaz-Canel cair.
Sobre a possibilidade de exercer mais pressão sobre Havana, o Presidente norte-americano respondeu que não acredita que possa fazer mais do que "entrar e destruir o local".
Lusa
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Trump declara que EUA vão "iniciar ataques terrestres" contra cartéis de droga
O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que, após os bombardeamentos contra embarcações marítimas nas Caraíbas e no Pacífico, os Estados Unidos vão realizar "ataques terrestres" contra os cartéis de droga, sem especificar o local exato.
"Vamos iniciar ataques terrestres contra os cartéis. Os cartéis controlam o México. É muito, muito triste ver e observar o que aconteceu neste país", disse o dirigente norte-americano, na quinta-feita, em entrevista à Fox News.
Lusa
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Trump diz que gostaria que Corina Machado lhe desse o Prémio Nobel
O Presidente dos Estados Unidos afirmou que se vai encontrar com Maria Corina Machado acrescentando que seria "uma grande honra" se a dirigente oposicionista venezuelana lhe entregasse o Prémio Nobel da Paz.
Donald Trump disse na quinta-feira à noite, à estação de televisão Fox News, que o encontro com Corina Machado vai decorrer em Washington na próxima semana, não tendo sido especificada a data.
O chefe de Estado norte-americano referindo-se ao encontro afirmou que seria uma honra receber de Corina Machado a medalha do Prémio Nobel da Paz que a líder oposicionista da Venezuela recebeu do Comité Nobel em 2025.
Lusa
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Donald Trump e María Corina Machado vão encontrar-se durante a próxima semana
O presidente Donald Trump afirmou numa entrevista, esta quinta-feira, à Fox News que a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, vai visitar os Estados Unidos durante a próxima semana.
O apresentador do programa “Hannity”, Sean Hannity, perguntou a Trump se o presidente se encontraria com Corina Machado e aceitaria o Prémio Nobel da Paz de 2025, caso ela o oferecesse. O presidente norte-americano respondeu: “Estou ansioso para cumprimentá-la e ouvi dizer que Machado deseja fazer isso. Seria uma grande honra”, citado pelo jornal The Guardian.
Este será o primeiro encontro de Donald Trump com María Corina Machado, que afirmou não ter falado com Trump desde que ganhou o Prémio Nobel da Paz em outubro.
Correio da Manhã
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Senado dos EUA discute resolução para impedir Trump de voltar a usar força militar na Venezuela
O Senado norte-americano está a discutir esta quinta-feira uma resolução relacionada com poderes de guerra para impedirem que o presidente Donald Trump tome novas medidas militares contra a Venezuela. A medida foi aprovada por 52 senadores e 47 contra, avança o The Guardian. Todos os democratas votaram a favor da resolução, assim como cinco republicanos: Rand Paul, Todd Young, Lisa Murkowski, Josh Hawley e Susan Collins.
A resolução em causa exige que o presidente norte-americano peça autorização antes de atacar o território venezuelano. "Após as ações do governo no fim de semana, que resultaram em vários feridos entre os militares americanos, o Congresso precisa de dizer ao público americano qual é a sua posição", referiu o democrata Tim Kaine.
Espera-se que a medida seja aprovada na próxima semana.
Correio da Manhã
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Comissão Europeia lamenta mortes de civis em ataque dos EUA à Venezuela
A Comissão Europeia lamentou esta quinta-feira as mortes civis provocadas pelo ataque dos Estados Unidos na Venezuela, mas ressalvou que os números ainda estão por confirmar, e recusou comentar a apreensão dum petroleiro russo pela Guarda Costeira norte-americana.
"Claro que lamentamos todas as mortes, todas as vítimas civis, embora os números ainda tenham de ser confirmados", afirmou Anitta Hipper, porta-voz da Comissão Europeia para os assuntos externos e política de segurança, na conferência de imprensa diária do executivo comunitário.
Lusa
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Rússia acusou EUA de provocarem tensões com apreensão de petroleiro com ligações à Venezuela
A diplomacia da Rússia acusou hoje os Estados Unidos de fomentarem tensões militares e políticas após a apreensão de um petroleiro ligado a Moscovo no Atlântico Norte.
A apreensão do navio, com pavilhão russo, ocorreu no âmbito do bloqueio imposto por Washington às exportações de petróleo venezuelano.
Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo acusou a Administração norte-americana de estar disposta a provocar graves crises internacionais.
Lusa
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Trump afirma que supervisão dos EUA sobre a Venezuela pode durar anos
Em entrevista publicada pelo The New York Times, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que "só o tempo dirá" por quanto tempo os Estados Unidos vão manter a supervisão sobre a Venezuela.
Ao ser questionado se seriam três meses, seis meses, um ano ou mais, Trump respondeu: "Eu diria que muito mais tempo."
Correio da Manhã
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Venezuela diz que ataque dos EUA causou pelo menos 100 mortos
Pelo menos 100 pessoas morreram na sequência do ataque dos Estados Unidos à Venezuela, que levou à captura do Presidente do país, Nicolás Maduro, anunciou o ministro do Interior venezuelano, Diosdado Cabello.
"Até agora, até agora, e repito, até agora, há 100 mortos, 100, e um número semelhante de feridos. O ataque contra o nosso país foi terrível", afirmou Cabello na quarta-feira, durante um programa semanal na televisão pública.
No domingo, Havana já tinha indicado que 32 militares cubanos, destacados na Venezuela, morreram em "ações de combate" durante o ataque norte-americano.
Lusa
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Caracas denuncia "uma mancha" sem precedentes nos laços com Washington
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodriguez, afirmou, durante uma cerimónia oficial, que existe "uma mancha" nas relações com os Estados Unidos, desde a captura do Presidente Nicolás Maduro pelo exército norte-americano.
"No que diz respeito às relações entre a Venezuela e os Estados Unidos, a primeira coisa a dizer é que há uma mancha nas nossas relações que nunca tinha ocorrido na nossa história", afirmou na quarta-feira à noite Rodríguez, antiga vice-presidente do país, investida na segunda-feira como líder interina.
Rodríguez disse, no entanto, que as trocas comerciais com os Estados Unidos "não têm nada de extraordinário nem irregular", depois de a petrolífera estatal PDVSA anunciar negociações para vender petróleo bruto aos Estados Unidos.
Lusa
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Trump fala ao telefone com presidente da Colômbia e anuncia encontro entre os dois líderes "em breve"
O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou ter falado ao telefone com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, "que ligou para explicar a situação das drogas e outros desentendimentos", referiu o líder dos EUA numa publicação na rede social Truth Social.
"Agradeci a ligação e tom de voz, e aguardo com expectativa o encontro com ele em breve. Estão a decorrer os preparativos entre o Secretário de Estado Marco Rubio e o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Colômbia", acrescentou Trump. O encontro vai decorrer na Casa Branca.
Correio da Manhã
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Duas pessoas detidas por comemorarem captura de Maduro
Dois camponeses foram detidos por terem comemorado a captura de Nicolas Maduro pelos Estados Unidos durante o ataque de 03 de janeiro na Venezuela, informou esta quarta-feira uma ONG local.
As duas pessoas foram detidas na segunda-feira ao abrigo da lei de estado de exceção, decretada no sábado após o ataque, que prevê penas de prisão para qualquer tipo de comemoração da operação americana na Venezuela.
Lusa
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Caracas convida Guterres a testemunhar consequências do ataque dos EUA
O Governo venezuelano convidou o secretário-geral da ONU, António Guterres, a visitar o país sul-americano para testemunhar em primeira mão as consequências do ataque militar norte-americano que resultou na detenção do Presidente Nicolás Maduro e da mulher, Cilia Flores.
O ministro dos Negócios Estrangeiros venezuelano, Yván Gil, revelou, em comunicado, que o convite foi feito durante uma reunião entre o representante permanente da Venezuela na ONU, Samuel Moncada, e o diplomata português.
Moncada denunciou a Guterres a "agressão armada unilateral e injustificada perpetrada" pelos Estados Unidos e o que descreveu como o "rapto" do presidente e da primeira-dama venezuelanos.
Lusa
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Trump diz que Venezuela vai comprar apenas produtos fabricados nos EUA
O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou esta quarta-feira que a Venezuela "comprará somente produtos fabricados nos EUA com o dinheiro que vai receber do novo acordo petrolífero", escreveu na rede social Truth Social.
"Essas compras incluirão, entre outras coisas, produtos agrícolas americanos, medicamentos, dispositivos médicos e equipamentos fabricados nos Estados Unidos para melhorar a rede elétrica e as instalações de energia da Venezuela", escreveu Trump.
Correio da Manhã
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Presidente da Colômbia partilha mensagens provocadoras em resposta a Trump
Gustavo Petro tem questionado as decisões de Donald Trump na Venezuela e comparou as ações do presidente norte-americano às de Hitler.
Na rede social X, o presidente colombiano partilhou várias mensagens. Numa das publicações, um vídeo exalta as ações da Colômbia no combate ao narcotráfico acompanhado da mensagem: "Para aqueles que me chamam de chefe do narcotráfico".
Partilhou ainda um cartaz no qual se lê: "A Colômbia é livre e soberana".
Correio da Manhã
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Maduro e a mulher ficaram feridos durante a captura dos EUA
O ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro e a mulher, Cilia Flores, ficaram feridos na altura em que tentavam escapar das forças norte-americanas que os capturaram no sábado, noticiou esta quarta-feira a CNN.
Os Estados Unidos lançaram no sábado um ataque contra a Venezuela tendo capturado o líder venezuelano, Nicolás Maduro, 63 anos e a mulher, de 68 anos, e anunciaram que vão governar o país até se concluir o processo que classificaram como transição de poder.
Segundo a cadeia de televisão norte-americana CNN, vários funcionários da Administração de Donald Trump realizaram uma reunião com congressistas, informando-os sobre a "captura" do casal presidencial e dos ferimentos que possam ter sofrido durante a operação.
Lusa
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EUA agradecem ao Equador por apoiar "combate contra narcoterrorismo"
O Governo dos Estados Unidos agradeceu na terça-feira ao Equador por colaborar no "combate contra o narcoterrorismo", durante uma conversa por telefone entre o secretário de Estado, Marco Rubio, e o presidente equatoriano, Daniel Noboa.
Rubio agradeceu a Noboa por comprometer-se em manter a segurança regional, de acordo com um comunicado emitido pelo Departamento de Estado norte-americano.
O responsável forneceu detalhes sobre a operação militar em Caracas, que resultou na captura do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e da mulher, Cilia Flores, que foram levados para território norte-americano, onde estão a ser julgados por um tribunal federal em Nova Iorque.
Lusa
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Jornal do Partido Comunista Chinês adverte para "grave erosão" da ordem internacional
Um editorial de um jornal do Partido Comunista Chinês advertiu esta quarta-feira que a operação militar dos Estados Unidos, que resultou na captura do presidente venezuelano, representa uma grave erosão da ordem internacional estabelecida após a Segunda Guerra Mundial.
O Global Times denuncia a "subversão dos princípios fundamentais do direito internacional", incluindo a igualdade soberana, a não-ingerência nos assuntos internos dos Estados e a proibição do uso da força, ao permitir que "certos países decidam unilateralmente quem é culpado, quem deve ser punido e de que forma"
"Se tais práticas forem toleradas, o direito internacional será reduzido a uma ferramenta aplicada seletivamente, e o mecanismo coletivo de segurança estabelecido pela Carta das Nações Unidas será esvaziado", lê-se no editorial.
Lusa
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Líder interina da Venezuela nomeia especialista em economia como vice-presidente
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, nomeou na terça-feira um ex-diretor do banco central venezuelano como vice-presidente responsável pela economia, cargo que constitui uma prioridade para a administração.
Trata-se da primeira mudança anunciada por Delcy Rodríguez desde que assumiu o cargo, após a captura do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro.
Além do cargo de vice-presidente, que a colocava em primeiro lugar na linha de sucessão, Rodriguez também era a principal chefe da economia, além de ministra dos Hidrocarbonetos.
Lusa
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Trump exige que Venezuela corte relações com China, Rússia, Irão e Cuba
A Administração de Donald Trump informou a líder interina da Venezuela que o país deve cortar relações com China, Rússia, Irão e Cuba como condição para poder explorar e vender o seu petróleo, noticiou esta quarta-feira a ABC.
Segundo a cadeia televisiva, a Casa Branca quer que a Venezuela corte relações com esses países antes de permitir que volte a exportar o seu crude, numa exigência que visa favorecer exclusivamente Washington nas vendas de petróleo pesado.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, terá dito em sessões privadas com legisladores que os Estados Unidos acreditam poder pressionar Caracas porque os seus tanques de armazenamento de petróleo estão cheios e advertiu que a Venezuela poderia entrar em insolvência financeira em poucas semanas se não conseguir vender as suas reservas.
Lusa
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"Apanhámo-los de surpresa, foi brilhante": Trump elogia operação dos EUA na Venezuela e confirma "muitos" cubanos mortos
Donald Trump afirmou esta terça-feira que a operação na Venezuela para depor Nicolás Maduro prova que os EUA têm "as forças armadas mais poderosas, mais letais e mais sofisticadas" do mundo.
"É o exército mais temido do planeta, e nem se compara. Há muito tempo que digo isto. Ninguém consegue derrotar-nos", acrescentou.
Durante a conferência de imprensa em Washington esta terça-feira, Trump confirmou ainda que "muitas, muitas" pessoas foram mortas durante a operação, citando especificamente os cubanos. De acordo com as autoridades de Havana, 32 membros dos serviços de segurança cubanos foram mortos durante o ataque americano, mas as autoridades venezuelanas ainda não divulgaram um número oficial.
"A eletricidade de quase todo o país foi cortada e foi nessa altura que perceberam. As únicas pessoas que tinham luz eram as que tinham velas. Apanhámo-los de surpresa, foi brilhante. Foi brilhante taticamente, incrível", disse ainda, deixando críticas aos seus oponentes políticos e acusando a "esquerda radical" de pagar a pessoas para protestarem contra a queda de Maduro.
VÍDEO: AP
ONU considera que operação militar dos EUA na Venezuela é uma violação do direito internacional
O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos considerou a operação militar dos Estados Unidos da América na Venezuela uma violação do direito internacional. Segundo a Sky News, a ONU teme que a intervenção dos EUA contribua para o agravamento da crise na Venezuela e que leve a que os países poderosos acreditem que podem fazer o que bem entenderem.
VÍDEO: AP
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Presidente colombiano acusa EUA de ambições colonialistas na América Latina
O presidente colombiano, Gustavo Petro, afirma que Donald Trump quer transformar as nações da América do sul em colónias norte-americanas.
“Se ler os primeiros parágrafos da política de segurança nacional, entenderá que a Doutrina Monroe visa transformar novamente as nações latino-americanas soberanas em colônias”, escreveu Gustavo Petro na rede social X.
“Isso contraria completamente o direito internacional. É a mesma doutrina sobre espaço vital que Hitler usou, e que causou duas guerras mundiais”, acrescentou.
Nma publicação separada, Petro pediu aos eleitores americanos que "ajudem a construir uma ordem democrática internacional".
“Não importa a cor da pele, o partido político ou o estado de origem dessas pessoas, elas precisam agir, a paz mundial e o futuro da existência humana estão em perigo”, acrescentou.
Correio da Manhã
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Argentina apela a "transição democrática genuína" na Venezuela e Panamá apoia Gonzalez
A Argentina apelou esta terça-feira a uma "transição democrática genuína" na Venezuela após a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, enquanto o Panamá apoiou um governo liderado por Edmundo González, considerado vencedor das presidenciais de 2024.
Numa reunião do Conselho de Segurança, o embaixador da Argentina nas Nações Unidas, Francisco Tropepi, manifestou o apoio do seu governo à captura do líder do "regime ilegítimo" venezuelano no sábado em Caracas por forças norte-americanas, afirmando que a região enfrenta agora um novo cenário que apresenta um duplo desafio: "apoiar uma transição democrática genuína na Venezuela e contribuir para a restauração duradoura da paz e da segurança".
A Argentina, adiantou, "está pronta e disposta a colaborar", comprometida com "a plena restauração da ordem institucional e do Estado de Direito na Venezuela, garantindo sempre a liberdade, a dignidade humana e a prosperidade".
Lusa
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Decreto de emergência externa assinado por Maduro entra em vigor na Venezuela
A Venezuela divulgou o decreto 5.200 que declara o estado de emergência externa no território venezuelano, anunciado por Nicolás Maduro pouco antes de ser capturado pelos EUA.
O decreto, publicado com data de 3 de janeiro de 2026, ordena às autoridades que detenham todos os cidadãos envolvidos na promoção do ataque dos EUA contra Nicolás Maduro.
"Declara-se o Estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, em razão das circunstâncias de ordem externa expressas através da agressão armada do Governo dos Estados Unidos contra o território nacional, que colocam em grave perigo a segurança da Nação, dos seus cidadãos, assim como das suas instituições, a fim de proceder à implementação das medidas correspondentes para proteger os direitos da população e defender a soberania, independência e integridade do território da República", lê-se no texto.
Lusa
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Controlo político da Venezuela pelos EUA ameaça infraestruturas sensíveis da China
Um jornal de Hong Kong referiu esta terça-feira que a tomada do controlo político da Venezuela pelos EUA poderá comprometer infraestruturas sensíveis da China no país sul-americano, incluindo estações de rastreio de satélites e ativos no setor petrolífero.
Após a captura do líder da Venezuela Nicolás Maduro e a sua transferência para Nova Iorque para ser julgado, o Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que os EUA vão "gerir" a Venezuela e "reparar a infraestrutura petrolífera" do país com as maiores reservas de crude do mundo.
Segundo o jornal de Hong Kong South China Morning Post, entre os ativos em risco está a estação de rastreio de satélites de El Sombrero, localizada na base aérea Capitão Manuel Ríos, e a sua estação de apoio em Luepa, no estado de Bolívar. Construídas pela estatal China Great Wall Industry Corporation, estas infraestruturas operam o satélite de observação terrestre VRSS 2, lançado pela China em 2017, e poderão igualmente servir os esforços mais amplos de rastreio espacial de Pequim, face às crescentes dificuldades para garantir instalações semelhantes noutros países.
Lusa
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Analistas consideram que captura de Maduro pode levar latino-americanos a reavaliar laços com China
Analistas apontam que a detenção do líder venezuelano, Nicolás Maduro, pelos Estados Unidos evidenciou os limites do apoio chinês aos parceiros na América Latina e pode levar governos da região a reavaliar o valor das alianças com Pequim.
A operação militar dos Estados Unidos, que retirou Maduro do poder e colocou a Venezuela sob uma "transição" supervisionada por Washington, foi a mais direta intervenção norte-americana na região em décadas. Para analistas, o episódio traduz uma mudança no posicionamento estratégico dos EUA e obriga a repensar o papel de potências externas como a China e a Rússia no continente.
Pequim reagiu com condenações formais. O ministério dos Negócios Estrangeiros chinês disse estar "profundamente chocado" e classificou a ação como "hegemonismo" que ameaça "a paz e a segurança na América Latina e Caraíbas". O ministério pediu a libertação imediata de Maduro e alertou para a violação do direito internacional. Contudo, tal como Moscovo, não tomou quaisquer medidas além de protestos diplomáticos.
Lusa
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Timor-Leste reafirma compromisso com direito internacional e apela à contenção
O Governo de Timor-Leste apelou esta terça-feira à contenção e reafirmou o seu compromisso com o direito internacional, referindo-se à intervenção dos Estados Unidos na Venezuela e à remoção forçada do Presidente Nicolás Maduro.
"Timor-Leste reafirma o seu compromisso com o direito internacional, incluindo o respeito pela soberania, a não utilização da ameaça ou do uso da força contra a integridade territorial, ou a independência política de qualquer Estado, bem como a resolução pacífica de diferendos", salienta, em comunicado, o executivo timorense.
Timor-Leste destaca que aqueles princípios estão consagrados na Carta das Nações Unidas e são essenciais para "salvaguardar a independência de todos os Estados, em particular dos pequenos Estados".
Lusa
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Delcy Rodríguez toma posse "com pesar" como presidente interina da Venezuela
Delcy Rodriguez prestou esta segunda-feira juramento e já tomou posse como presidente interina da Venezuela após a captura de Nicolás Maduro.
"Venho como vice-presidente executiva do presidente constitucionalmente legítimo da República de Bolívar, Nicolás Maduro, prestar juramento. Venho com pesar pelo sofrimento infligido ao povo venezuelano... Venho com pesar pelo rapto de dois reféns que temos nos Estados Unidos: o presidente Nicolás Maduro e a primeira-dama Cilia Flores", afirmou, citada pelo El Mundo, nas primeiras declarações como chefe de Estado
Brasil condena intervenção dos EUA na Venezuela e rejeita criação de protetorados
O Brasil condenou esta segunda-feira a "intervenção armada" dos Estados Unidos em território venezuelano e afirmou não acreditar que a solução para a crise no país passe pela "construção de protetorados".
Deve passar sim por "soluções que respeitem a autodeterminação do povo" da Venezuela, disse o representante permanente do Brasil junto das Nações Unidas, Sérgio Danese, a quem foi concedida a palavra na reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU sobre a situação na Venezuela, apesar de não integrar este órgão.
Sérgio Danese classificou a ação militar norte-americana na Venezuela e a captura do Presidente Nicolás Maduro como "um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional".
Lusa
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Protesto contra agressão norte-americana juntou 1.500 pessoas em Lisboa
Cerca de 1.500 pessoas manifestaram-se esta segunda-feira diante da estátua de Simón Bolívar em Lisboa para protestar contra a ilegalidade do ataque dos Estados Unidos à Venezuela no sábado.
Numa concentração organizada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), os manifestantes condenaram com veemência a "agressão militar norte-americana" com palavras de ordem como "Pela paz! Não à agressão dos Estados Unidos contra a Venezuela" ou "América Latina não é o quintal dos Estados Unidos".
O Presidente norte-americano foi especialmente visado, ressaltando a palavra de ordem: "Donald Trump, sua besta assassina, tira as tuas mãos da América Latina".
Lusa
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Protesto no Porto contra "invasão" pelos EUA e resposta do Governo português
Cerca de 150 pessoas protestaram esta segunda-feira no Porto contra a intervenção dos EUA que levou à captura do Presidente da Venezuela, ao mesmo tempo que criticaram a reação do Ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) de Portugal.
Em declarações à Lusa, a dirigente do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), que promoveu o protesto, Manuela Branco, foi por aí que começou, apontando à "invasão pelos Estados Unidos da Venezuela" com o propósito do "rapto do seu presidente Nicolás Maduro e da sua esposa", para logo depois, criticar o Governo português que "não condenou rigorosamente nada".
"É um perigo para todos os países democráticos que haja um país que diz: eu quero os vossos recursos, quero o petróleo, quero o ouro, quero as vossas terras raras, quero mandar no vosso povo e a União Europeia, Portugal, a maior parte dos países europeus dizem, sim senhora, nós aceitamos tudo isso. Não pode acontecer", continuou a porta-voz na manifestação que decorreu no Porto.
Lusa
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Maduro diz que é um "prisioneiro de guerra" dos EUA
À saída da sala de audiências, já depois de o juiz ter dada por terminada a sessão, Maduro disse em espanhol que era um "prisioneiro de guerra" dos Estados Unidos, de acordo com o jornal The New York Times.
Também ainda na sala de audiências, relata a NBC News, um homem na assistência terá dito a Maduro que ele iria pagar pelo que fez em nome da Venezuela, ao que o presidente deposto respondeu: "Em nome de Deus, serei livre."
Jorge Rodríguez reconduzido na presidência da Assembleia da Venezuela
Jorge Rodríguez, irmão da presidente interina do país, Delcy Rodríguez, foi esta segunda-feira reconduzido no cargo de presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, que ocupa desde 2021.
“A minha principal função nos próximos dias (…) como presidente desta Assembleia Nacional será usar todos os procedimentos, todas as plataformas e todos os meios para trazer de volta Nicolás Maduro, meu irmão, meu presidente”, disse Rodríguez citado pela agência AFP.
A Assembleia Nacional destacou ainda declarações do deputado Nicolás Maduro Guerra, filho de Nicolás Maduro, feitas durante a mesma sessão.
Segundo o texto oficial, o parlamentar afirmou que "a identidade histórica e soberana do povo venezuelano prevalecerá diante das agressões externas", acrescentando que "se o governo dos Estados Unidos é Monroe, nós somos Simón Bolívar".
Filho de Maduro diz que o pai foi "sequestrado" e pede "solidariedade internacional"
Nicolás Maduro Guerra, filho do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro, referiu esta segunda-feira que o pai foi "sequestrado" pelos Estados Unidos e pediu "solidariedade internacional" para que ele possa regressar ao país.
Maduro Guerra fez estas declarações durante a sessão de posse da Assembleia Nacional da Venezuela, realizada dois dias após Maduro e a mulher, Cilia Flores, terem sido capturados numa operação militar dos EUA em Caracas.
“Se normalizarmos o sequestro de um chefe de Estado, nenhum país estará seguro. Hoje é a Venezuela, amanhã pode ser qualquer nação que se recuse a submeter-se. Este não é um problema regional, é uma ameaça direta à estabilidade global, à humanidade e à igualdade soberana das nações”, afirmou.
“Povos do mundo: a solidariedade internacional com Nicolás, com Cilia, com a Venezuela, não é um gesto político opcional, é um dever ético e legal. O silêncio diante destas violações implica aqueles que se calam e enfraquece o sistema internacional que todos dizem defender”, indicou.
Maduro Guerra também mencionou a sua inclusão na mais recente acusação dos EUA contra o pai, acusado de tráfico de drogas e crimes relacionados com armas. Maduro Guerra rejeitou todas as acusações. "A minha família e eu estamos a ser perseguidos", disse.
Próxima audiência de Maduro é no dia 17 de março. Advogado destaca "problemas com a legalidade do sequestro militar"
Já terminou a sessão. Nicolás Maduro foi intimado a comparecer à sua próxima audiência em tribunal no dia 17 de março.
Enquanto se discutia uma data, o advogado de defesa de Maduro destacou "problemas com a legalidade do sequestro militar".
Alegou também alguns problemas de saúde de Maduro e solicitou um formulário "para que ele receba a assistência médica adequada enquanto estiver detido".
O advogado de defesa de Cilia Flores também afirmou que ela tem alguns problemas de saúde decorrentes da sua captura em Caracas pelas forças norte-americanas. "Ela tem hematomas graves nas costelas e precisará de atendimento adequado", disse Mark Donnelly.
A sessão desta segunda-feira, que serviu para Maduro e a mulher ouvirem do juiz do que estão acusados, durou apenas 30 minutos.
O presidente deposto e a mulher entraram depois em carros blindados que os levaram de volta até à prisão em Brooklyn.
"Não sou culpado, sou um homem decente e continuo a ser presidente do meu país", diz Maduro em tribunal
Eis as primeiras palavras de Nicolás Maduro em tribunal: "Não sou culpado, sou um homem decente, ainda sou o presidente do meu país."
A mulher de Maduro também se declarou inocente. "Sim, eu sou Cilia Flores Maduro, sou a primeira-dama da Venezuela e estou inocente", disse ao juiz.
O juiz informou Nicolás Maduro e Cilia Flores que tinham o direito de consultar funcionários consulares e o pedido foi aceite.
EUA afirmam no Conselho de Segurança da ONU que não estão "em guerra contra a Venezuela"
O representante norte-americano nas Nações Unidas afirmou em reunião do Conselho de Segurança da ONU que não está em curso uma guerra contra a Venezuela após a captura de Nicolas Maduro, reiterando que Washington não tem intenção de ocupar o país.
"Não há nenhuma guerra contra a Venezuela ou o seu povo. Não estamos a ocupar o país", afirmou Mike Waltz esta segunda-feira.
De acordo com Waltz, a operação deste fim-de-semana deu seguimento a "mandados legais que existem há décadas", voltando o embaixador dos EUA a acusar Maduro de ser o líder de uma rede de tráfico de droga.
"Os EUA prenderam um narcotraficante que vai agora ser julgado nos EUA", sublinhou o embaixador, acusando Maduro como sendo "responsável por ataques contra os EUA, por desestabilizar o hemisfério sul e por reprimir ilegalmente o povo venezuelano.
O embaixador disse ainda que Donald Trump "deu uma chance à diplomacia" e que "ofereceu a Maduro várias rampas de saída", mas que o presidente venezuelano deposto as "rejeitou".
Maduro já está na sala de audiências
Nicolás Maduro acaba de entrar no tribunal e cumprimenta os seus advogados. A mulher, Cilia Flores, está sentada dois lugares atrás.
O juiz Alvin Hellerstein deseja bom dia a todos os presentes. "O meu trabalho é garantir que este seja um julgamento justo", disse, citado pela Sky News.
De seguida, o juiz leu as acusações. O presidente deposto da Venzuela está acusado de conspiração de narcoterrorismo; conspiração de importação de cocaína; posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos e conspiração para posse de metralhadoras e dispositivos de destruição
Maduro contrata advogado de Assange
Nicolás Maduro contratou o famoso advogado de defesa criminal Barry Pollack para o representar. A informação está a ser avançada pela Bloomberg.
Pollack defendeu, entre outros, o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, em processos criminais em Manhattan.
O advogado, de acordo com a Bloomberg, apresentou esta segunda-feira uma notificação de comparecimento como representante de Maduro no caso de narcoterrorismo do Distrito Sul de Nova Iorque, antes da audiência que está marcada para esta tarde. De acordo com a Sky News, o causídico já está no tribunal de Nova Iorque.
Antes, a CNN internacional tinha noticiado que o tribunal tinha nomeado David Wikstrom para representar Maduro nesta primeira audiência.
Barry J. Pollack é amplamente reconhecido como um dos principais advogados dos EUA. É membro do American College of Trial Lawyers, membro do American Board of Criminal Lawyers e ex-presidente da National Association of Criminal Defense Lawyers. Pollack tem mais de 30 anos de experiência representando indivíduos, incluindo executivos e altos funcionários do governo, bem como empresas e outras organizações, em julgamentos e investigações delicados.
Maduro e a esposa, Cilia Flores, já estão no tribunal e o presidente deposto da Venezuela deve ser ouvido ainda esta segunda-feira.
O presidente da Venezuela irá ser julgado por conspiração por narcotráfico e terrorismo, conspiração por importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos contra os EUA.
Maduro foi capturado na sequência da operação militar dos EUA na Venezuela na madrugada de sábado.
Maduro já tem advogado nomeado pelo tribunal de Nova Iorque
David Wikstrom é o nome do advogado designado pelo tribunal para a primeira audiência de Nicolás Maduro perante um juiz em Nova Iorque, de acordo com a CNN Internacional.
Maduro e a esposa, Cilia Flores, já estão no tribunal e o presidente deposto da Venezuela deve ser ouvido ainda esta segunda-feira.
O presidente da Venezuela irá ser julgado por conspiração por narcotráfico e terrorismo, conspiração por importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos contra os EUA.
Maduro foi capturado na sequência da operação militar dos EUA na Venezuela na madrugada de sábado.
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Maduro já está no tribunal em Nova Iorque
Nicolás Maduro já deixou o centro de detenção em Brooklyn e deslocou-se debaixo de fortes medidas de segurança para o tribunal federal de Manhattan, em Nova Iorque, nos EUA, onde esta segunda-feira vai começar a ser julgado.
O presidente venezuelano foi transportado de helicóptero até a um local próximo do tribunal e posteriormente deu entrada num veículo blindado que o levou até ao edifício em Nova Iorque. Várias ruas foram cortadas nas imediações para que não houvesse qualquer contacto com a população.
O presidente da Venezuela irá ser julgado por conspiração por narcotráfico e terrorismo, conspiração por importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos contra os EUA.
Maduro foi capturado na sequência da operação militar dos EUA na Venezuela na madrugada de sábado.
Suíça congela ativos ligados a Maduro após prisão nos EUA
A Suíça congelou todos os ativos mantidos no país por Nicolás Maduro, da Venezuela, e seus associados, informou o Conselho Federal na segunda-feira, após a prisão do líder venezuelano pelas forças americanas em Caracas e transferência para os Estados Unidos.
O congelamento de ativos não afeta membros do atual governo venezuelano, e a Suíça afirmou que vai devolver quaisquer fundos considerados ilícitos em benefício do povo venezuelano.
A medida, com efeito imediato e válida por quatro anos, visa impedir a saída de ativos potencialmente ilícitos e vem somar-se às sanções já impostas à Venezuela desde 2018, segundo o comunicado, de acordo com a Reuters.
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Conselho de Segurança da ONU reúne-se de emergência enquanto Maduro comparece perante juiz federal
O Conselho de Segurança da ONU está a realizar uma reunião de emergência para discutir o ataque dos Estados Unidos à Venezuela, que terminou com a captura de Nicolás Maduro e Cilia Flores.
A Venezuela solicitou a reunião, com o apoio de dois membros permanentes do Conselho de Segurança – a Rússia e a China.
Em carta datada de 3 de janeiro, na qual solicitava a reunião desta segunda-feira, a Venezuela acusou os EUA de realizar uma série de “ataques armados brutais, injustificados e unilaterais” contra alvos civis e militares no país. Acusou também os EUA de violarem a Carta da ONU.
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"Vão ver-nos nas ruas, ao lado do povo": filho de Nicolás Maduro pede mobilização para libertação do pai
O filho do Presidente venezuelano deposto Nicolás Maduro apelou esta segunda-feira à população para se mobilizar contra o ataque realizado no sábado pelos Estados Unidos contra a Venezuela e a prisão do seu pai pelas forças norte-americanas.
"Estamos bem, estamos calmos. Vão ver-nos nas ruas, ao lado do povo", disse Nicolás Ernesto Maduro.
Lusa
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