Correio da Manhã
JornalistaMaría Corina Machado vai encontrar-se com Donald Trump
María Corina Machado vai encontrar-se com Donald Trump. De acordo com a imprensa norte-americana, o encontro entre a líder da oposição venezuelana e Prémio Nobel da Paz e o presidente dos EUA terá lugar esta quinta-feira, com Corina Machado a ser recebida na Casa Branca.
Estados Unidos recomendam aos cidadãos que não viajem para a Venezuela
O Departamento de Estado dos Estados Unidos recomendou este sábado aos cidadãos norte-americanos para não viajarem para a Venezuela e aos que já se encontram no país que "o abandonem imediatamente", devido a uma situação de segurança considerada "instável".
"Há informações de que grupos de milícias armadas, conhecidos como coletivos, estão a montar bloqueios nas estradas e a revistar veículos em busca de provas de cidadania norte-americana ou de apoio aos Estados Unidos", escreveu o Departamento de Estado.
Segundo a agência de notícias espanhola EFE, o Gabinete de Assuntos Consulares do Departamento de Estado atualizou a sua recomendação para a Venezuela, que continua a ter o nível mais alto de risco para os norte-americanos, para divulgar os relatos sobre as milícias e pedir "precaução" aos cidadãos que se encontram no país sul-americano.
Lusa
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Venezuela está em conversações com os EUA sobre o restabelecimento das relações diplomáticas
A Venezuela está prestes a realizar conversações com enviados dos EUA em Caracas sobre o restabelecimento das relações diplomáticas, dias depois de as forças americanas terem deposto Nicolás Maduro como presidente.
A Venezuela anunciou na sexta-feira que iniciou discussões com diplomatas norte-americanos na capital, o mais recente sinal de cooperação após a captura de Maduro e a afirmação do presidente dos EUA, Donald Trump, de que está «no comando» do país sul-americano.
Autoridades afirmam que os enviados dos EUA estavam em Caracas para discutir a reabertura da embaixada do país, enquanto em Washington, Trump reuniu-se com empresas petrolíferas para discutir os seus planos de acesso às enormes reservas de petróleo da Venezuela, de acordo com o The Times of Israel.
Correio da Manhã
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Pelo menos 60 detidos na Nicarágua por celebrar captura de Maduro
Pelo menos 60 pessoas foram detidas na Nicarágua por comemorarem a captura do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, de acordo com uma organização não-governamental e um jornal no exílio.
Os copresidentes da Nicarágua, o casal Daniel Ortega e Rosario Murillo, são aliados incondicionais de Maduro, que foi levado à força há uma semana para os Estados Unidos, para responder a acusações de narcotráfico.
"Pelo menos 60 detenções arbitrárias" de pessoas que comemoraram a queda de Maduro na Internet ou em privado ocorreram no país desde então, denunciou a organização de defesa dos direitos humanos Monitoreo Azul y Blanco, na rede social X.
Lusa
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Donald Trump cancela segunda vaga de ataques à Venezuela
Donald Trump afirmou esta sexta-feira que cancela a segunda vaga de ataques à Venezuela, anteriormente prevista, após cooperação do país sul-americano.
Trump disse que os EUA e a Venezuela estam a trabalhar juntos, acrescentando que pelo menos 100 mil milhões de dólares seriam investidos pelas grandes empresas petrolíferas na Venezuela.
O presidente norte-americano afirmou que não vão ser lançadas novas operações militares planeadas na sequência da primeira intervenção, de acordo com a Reuters.
Correio da Manhã
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China manterá apoio à Venezuela independentemente da evolução da situação política
O Governo chinês reafirmou esta sexta-feira que, independentemente do que acontecer na Venezuela, o país asiático continuará a apoiar Caracas na defesa da sua soberania e segurança nacional.
"A China continuará a apoiar firmemente a Venezuela na salvaguarda da sua soberania, dignidade e segurança nacional, independentemente de como evolua a situação política", afirmou a porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros, Mao Ning.
A porta-voz destacou que Pequim manteve uma comunicação e cooperação "sólidas" com o Governo venezuelano e que o país "está profundamente empenhado em aprofundar a cooperação prática e promover o desenvolvimento comum".
Lusa
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Trump diz que Governo cubano "está por um fio" e "em sérios apuros"
O Presidente norte-americano, Donald Trump, alertou esta sexta-feira que o Governo cubano liderado por Miguel Díaz-Canel "está por um fio" e "em sérios apuros", na sequência do recente ataque dos EUA contra a Venezuela para deter Nicolás Maduro.
"Acho que Cuba está por um fio. Cuba está em sérios apuros (...) Cuba está em apuros há 45 anos e não caiu. Mas acho que estão muito perto disso por vontade própria", realçou, numa entrevista ao programa do radialista Hugh Hewitt, quando questionado se havia alguma possibilidade de Díaz-Canel cair.
Sobre a possibilidade de exercer mais pressão sobre Havana, o Presidente norte-americano respondeu que não acredita que possa fazer mais do que "entrar e destruir o local".
Lusa
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Trump declara que EUA vão "iniciar ataques terrestres" contra cartéis de droga
O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que, após os bombardeamentos contra embarcações marítimas nas Caraíbas e no Pacífico, os Estados Unidos vão realizar "ataques terrestres" contra os cartéis de droga, sem especificar o local exato.
"Vamos iniciar ataques terrestres contra os cartéis. Os cartéis controlam o México. É muito, muito triste ver e observar o que aconteceu neste país", disse o dirigente norte-americano, na quinta-feita, em entrevista à Fox News.
Lusa
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Trump diz que gostaria que Corina Machado lhe desse o Prémio Nobel
O Presidente dos Estados Unidos afirmou que se vai encontrar com Maria Corina Machado acrescentando que seria "uma grande honra" se a dirigente oposicionista venezuelana lhe entregasse o Prémio Nobel da Paz.
Donald Trump disse na quinta-feira à noite, à estação de televisão Fox News, que o encontro com Corina Machado vai decorrer em Washington na próxima semana, não tendo sido especificada a data.
O chefe de Estado norte-americano referindo-se ao encontro afirmou que seria uma honra receber de Corina Machado a medalha do Prémio Nobel da Paz que a líder oposicionista da Venezuela recebeu do Comité Nobel em 2025.
Lusa
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Donald Trump e María Corina Machado vão encontrar-se durante a próxima semana
O presidente Donald Trump afirmou numa entrevista, esta quinta-feira, à Fox News que a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, vai visitar os Estados Unidos durante a próxima semana.
O apresentador do programa “Hannity”, Sean Hannity, perguntou a Trump se o presidente se encontraria com Corina Machado e aceitaria o Prémio Nobel da Paz de 2025, caso ela o oferecesse. O presidente norte-americano respondeu: “Estou ansioso para cumprimentá-la e ouvi dizer que Machado deseja fazer isso. Seria uma grande honra”, citado pelo jornal The Guardian.
Este será o primeiro encontro de Donald Trump com María Corina Machado, que afirmou não ter falado com Trump desde que ganhou o Prémio Nobel da Paz em outubro.
Correio da Manhã
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Senado dos EUA discute resolução para impedir Trump de voltar a usar força militar na Venezuela
O Senado norte-americano está a discutir esta quinta-feira uma resolução relacionada com poderes de guerra para impedirem que o presidente Donald Trump tome novas medidas militares contra a Venezuela. A medida foi aprovada por 52 senadores e 47 contra, avança o The Guardian. Todos os democratas votaram a favor da resolução, assim como cinco republicanos: Rand Paul, Todd Young, Lisa Murkowski, Josh Hawley e Susan Collins.
A resolução em causa exige que o presidente norte-americano peça autorização antes de atacar o território venezuelano. "Após as ações do governo no fim de semana, que resultaram em vários feridos entre os militares americanos, o Congresso precisa de dizer ao público americano qual é a sua posição", referiu o democrata Tim Kaine.
Espera-se que a medida seja aprovada na próxima semana.
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Comissão Europeia lamenta mortes de civis em ataque dos EUA à Venezuela
A Comissão Europeia lamentou esta quinta-feira as mortes civis provocadas pelo ataque dos Estados Unidos na Venezuela, mas ressalvou que os números ainda estão por confirmar, e recusou comentar a apreensão dum petroleiro russo pela Guarda Costeira norte-americana.
"Claro que lamentamos todas as mortes, todas as vítimas civis, embora os números ainda tenham de ser confirmados", afirmou Anitta Hipper, porta-voz da Comissão Europeia para os assuntos externos e política de segurança, na conferência de imprensa diária do executivo comunitário.
Lusa
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Rússia acusou EUA de provocarem tensões com apreensão de petroleiro com ligações à Venezuela
A diplomacia da Rússia acusou hoje os Estados Unidos de fomentarem tensões militares e políticas após a apreensão de um petroleiro ligado a Moscovo no Atlântico Norte.
A apreensão do navio, com pavilhão russo, ocorreu no âmbito do bloqueio imposto por Washington às exportações de petróleo venezuelano.
Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo acusou a Administração norte-americana de estar disposta a provocar graves crises internacionais.
Lusa
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Trump afirma que supervisão dos EUA sobre a Venezuela pode durar anos
Em entrevista publicada pelo The New York Times, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que "só o tempo dirá" por quanto tempo os Estados Unidos vão manter a supervisão sobre a Venezuela.
Ao ser questionado se seriam três meses, seis meses, um ano ou mais, Trump respondeu: "Eu diria que muito mais tempo."
Correio da Manhã
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Venezuela diz que ataque dos EUA causou pelo menos 100 mortos
Pelo menos 100 pessoas morreram na sequência do ataque dos Estados Unidos à Venezuela, que levou à captura do Presidente do país, Nicolás Maduro, anunciou o ministro do Interior venezuelano, Diosdado Cabello.
"Até agora, até agora, e repito, até agora, há 100 mortos, 100, e um número semelhante de feridos. O ataque contra o nosso país foi terrível", afirmou Cabello na quarta-feira, durante um programa semanal na televisão pública.
No domingo, Havana já tinha indicado que 32 militares cubanos, destacados na Venezuela, morreram em "ações de combate" durante o ataque norte-americano.
Lusa
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Caracas denuncia "uma mancha" sem precedentes nos laços com Washington
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodriguez, afirmou, durante uma cerimónia oficial, que existe "uma mancha" nas relações com os Estados Unidos, desde a captura do Presidente Nicolás Maduro pelo exército norte-americano.
"No que diz respeito às relações entre a Venezuela e os Estados Unidos, a primeira coisa a dizer é que há uma mancha nas nossas relações que nunca tinha ocorrido na nossa história", afirmou na quarta-feira à noite Rodríguez, antiga vice-presidente do país, investida na segunda-feira como líder interina.
Rodríguez disse, no entanto, que as trocas comerciais com os Estados Unidos "não têm nada de extraordinário nem irregular", depois de a petrolífera estatal PDVSA anunciar negociações para vender petróleo bruto aos Estados Unidos.
Lusa
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Trump fala ao telefone com presidente da Colômbia e anuncia encontro entre os dois líderes "em breve"
O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou ter falado ao telefone com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, "que ligou para explicar a situação das drogas e outros desentendimentos", referiu o líder dos EUA numa publicação na rede social Truth Social.
"Agradeci a ligação e tom de voz, e aguardo com expectativa o encontro com ele em breve. Estão a decorrer os preparativos entre o Secretário de Estado Marco Rubio e o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Colômbia", acrescentou Trump. O encontro vai decorrer na Casa Branca.
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Duas pessoas detidas por comemorarem captura de Maduro
Dois camponeses foram detidos por terem comemorado a captura de Nicolas Maduro pelos Estados Unidos durante o ataque de 03 de janeiro na Venezuela, informou esta quarta-feira uma ONG local.
As duas pessoas foram detidas na segunda-feira ao abrigo da lei de estado de exceção, decretada no sábado após o ataque, que prevê penas de prisão para qualquer tipo de comemoração da operação americana na Venezuela.
Lusa
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Caracas convida Guterres a testemunhar consequências do ataque dos EUA
O Governo venezuelano convidou o secretário-geral da ONU, António Guterres, a visitar o país sul-americano para testemunhar em primeira mão as consequências do ataque militar norte-americano que resultou na detenção do Presidente Nicolás Maduro e da mulher, Cilia Flores.
O ministro dos Negócios Estrangeiros venezuelano, Yván Gil, revelou, em comunicado, que o convite foi feito durante uma reunião entre o representante permanente da Venezuela na ONU, Samuel Moncada, e o diplomata português.
Moncada denunciou a Guterres a "agressão armada unilateral e injustificada perpetrada" pelos Estados Unidos e o que descreveu como o "rapto" do presidente e da primeira-dama venezuelanos.
Lusa
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Trump diz que Venezuela vai comprar apenas produtos fabricados nos EUA
O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou esta quarta-feira que a Venezuela "comprará somente produtos fabricados nos EUA com o dinheiro que vai receber do novo acordo petrolífero", escreveu na rede social Truth Social.
"Essas compras incluirão, entre outras coisas, produtos agrícolas americanos, medicamentos, dispositivos médicos e equipamentos fabricados nos Estados Unidos para melhorar a rede elétrica e as instalações de energia da Venezuela", escreveu Trump.
Correio da Manhã
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Presidente da Colômbia partilha mensagens provocadoras em resposta a Trump
Gustavo Petro tem questionado as decisões de Donald Trump na Venezuela e comparou as ações do presidente norte-americano às de Hitler.
Na rede social X, o presidente colombiano partilhou várias mensagens. Numa das publicações, um vídeo exalta as ações da Colômbia no combate ao narcotráfico acompanhado da mensagem: "Para aqueles que me chamam de chefe do narcotráfico".
Partilhou ainda um cartaz no qual se lê: "A Colômbia é livre e soberana".
Correio da Manhã
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Maduro e a mulher ficaram feridos durante a captura dos EUA
O ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro e a mulher, Cilia Flores, ficaram feridos na altura em que tentavam escapar das forças norte-americanas que os capturaram no sábado, noticiou esta quarta-feira a CNN.
Os Estados Unidos lançaram no sábado um ataque contra a Venezuela tendo capturado o líder venezuelano, Nicolás Maduro, 63 anos e a mulher, de 68 anos, e anunciaram que vão governar o país até se concluir o processo que classificaram como transição de poder.
Segundo a cadeia de televisão norte-americana CNN, vários funcionários da Administração de Donald Trump realizaram uma reunião com congressistas, informando-os sobre a "captura" do casal presidencial e dos ferimentos que possam ter sofrido durante a operação.
Lusa
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EUA agradecem ao Equador por apoiar "combate contra narcoterrorismo"
O Governo dos Estados Unidos agradeceu na terça-feira ao Equador por colaborar no "combate contra o narcoterrorismo", durante uma conversa por telefone entre o secretário de Estado, Marco Rubio, e o presidente equatoriano, Daniel Noboa.
Rubio agradeceu a Noboa por comprometer-se em manter a segurança regional, de acordo com um comunicado emitido pelo Departamento de Estado norte-americano.
O responsável forneceu detalhes sobre a operação militar em Caracas, que resultou na captura do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e da mulher, Cilia Flores, que foram levados para território norte-americano, onde estão a ser julgados por um tribunal federal em Nova Iorque.
Lusa
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Jornal do Partido Comunista Chinês adverte para "grave erosão" da ordem internacional
Um editorial de um jornal do Partido Comunista Chinês advertiu esta quarta-feira que a operação militar dos Estados Unidos, que resultou na captura do presidente venezuelano, representa uma grave erosão da ordem internacional estabelecida após a Segunda Guerra Mundial.
O Global Times denuncia a "subversão dos princípios fundamentais do direito internacional", incluindo a igualdade soberana, a não-ingerência nos assuntos internos dos Estados e a proibição do uso da força, ao permitir que "certos países decidam unilateralmente quem é culpado, quem deve ser punido e de que forma"
"Se tais práticas forem toleradas, o direito internacional será reduzido a uma ferramenta aplicada seletivamente, e o mecanismo coletivo de segurança estabelecido pela Carta das Nações Unidas será esvaziado", lê-se no editorial.
Lusa
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Líder interina da Venezuela nomeia especialista em economia como vice-presidente
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, nomeou na terça-feira um ex-diretor do banco central venezuelano como vice-presidente responsável pela economia, cargo que constitui uma prioridade para a administração.
Trata-se da primeira mudança anunciada por Delcy Rodríguez desde que assumiu o cargo, após a captura do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro.
Além do cargo de vice-presidente, que a colocava em primeiro lugar na linha de sucessão, Rodriguez também era a principal chefe da economia, além de ministra dos Hidrocarbonetos.
Lusa
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Trump exige que Venezuela corte relações com China, Rússia, Irão e Cuba
A Administração de Donald Trump informou a líder interina da Venezuela que o país deve cortar relações com China, Rússia, Irão e Cuba como condição para poder explorar e vender o seu petróleo, noticiou esta quarta-feira a ABC.
Segundo a cadeia televisiva, a Casa Branca quer que a Venezuela corte relações com esses países antes de permitir que volte a exportar o seu crude, numa exigência que visa favorecer exclusivamente Washington nas vendas de petróleo pesado.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, terá dito em sessões privadas com legisladores que os Estados Unidos acreditam poder pressionar Caracas porque os seus tanques de armazenamento de petróleo estão cheios e advertiu que a Venezuela poderia entrar em insolvência financeira em poucas semanas se não conseguir vender as suas reservas.
Lusa
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"Apanhámo-los de surpresa, foi brilhante": Trump elogia operação dos EUA na Venezuela e confirma "muitos" cubanos mortos
Donald Trump afirmou esta terça-feira que a operação na Venezuela para depor Nicolás Maduro prova que os EUA têm "as forças armadas mais poderosas, mais letais e mais sofisticadas" do mundo.
"É o exército mais temido do planeta, e nem se compara. Há muito tempo que digo isto. Ninguém consegue derrotar-nos", acrescentou.
Durante a conferência de imprensa em Washington esta terça-feira, Trump confirmou ainda que "muitas, muitas" pessoas foram mortas durante a operação, citando especificamente os cubanos. De acordo com as autoridades de Havana, 32 membros dos serviços de segurança cubanos foram mortos durante o ataque americano, mas as autoridades venezuelanas ainda não divulgaram um número oficial.
"A eletricidade de quase todo o país foi cortada e foi nessa altura que perceberam. As únicas pessoas que tinham luz eram as que tinham velas. Apanhámo-los de surpresa, foi brilhante. Foi brilhante taticamente, incrível", disse ainda, deixando críticas aos seus oponentes políticos e acusando a "esquerda radical" de pagar a pessoas para protestarem contra a queda de Maduro.
VÍDEO: AP
ONU considera que operação militar dos EUA na Venezuela é uma violação do direito internacional
O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos considerou a operação militar dos Estados Unidos da América na Venezuela uma violação do direito internacional. Segundo a Sky News, a ONU teme que a intervenção dos EUA contribua para o agravamento da crise na Venezuela e que leve a que os países poderosos acreditem que podem fazer o que bem entenderem.
VÍDEO: AP
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Presidente colombiano acusa EUA de ambições colonialistas na América Latina
O presidente colombiano, Gustavo Petro, afirma que Donald Trump quer transformar as nações da América do sul em colónias norte-americanas.
“Se ler os primeiros parágrafos da política de segurança nacional, entenderá que a Doutrina Monroe visa transformar novamente as nações latino-americanas soberanas em colônias”, escreveu Gustavo Petro na rede social X.
“Isso contraria completamente o direito internacional. É a mesma doutrina sobre espaço vital que Hitler usou, e que causou duas guerras mundiais”, acrescentou.
Nma publicação separada, Petro pediu aos eleitores americanos que "ajudem a construir uma ordem democrática internacional".
“Não importa a cor da pele, o partido político ou o estado de origem dessas pessoas, elas precisam agir, a paz mundial e o futuro da existência humana estão em perigo”, acrescentou.
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Argentina apela a "transição democrática genuína" na Venezuela e Panamá apoia Gonzalez
A Argentina apelou esta terça-feira a uma "transição democrática genuína" na Venezuela após a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, enquanto o Panamá apoiou um governo liderado por Edmundo González, considerado vencedor das presidenciais de 2024.
Numa reunião do Conselho de Segurança, o embaixador da Argentina nas Nações Unidas, Francisco Tropepi, manifestou o apoio do seu governo à captura do líder do "regime ilegítimo" venezuelano no sábado em Caracas por forças norte-americanas, afirmando que a região enfrenta agora um novo cenário que apresenta um duplo desafio: "apoiar uma transição democrática genuína na Venezuela e contribuir para a restauração duradoura da paz e da segurança".
A Argentina, adiantou, "está pronta e disposta a colaborar", comprometida com "a plena restauração da ordem institucional e do Estado de Direito na Venezuela, garantindo sempre a liberdade, a dignidade humana e a prosperidade".
Lusa
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Decreto de emergência externa assinado por Maduro entra em vigor na Venezuela
A Venezuela divulgou o decreto 5.200 que declara o estado de emergência externa no território venezuelano, anunciado por Nicolás Maduro pouco antes de ser capturado pelos EUA.
O decreto, publicado com data de 3 de janeiro de 2026, ordena às autoridades que detenham todos os cidadãos envolvidos na promoção do ataque dos EUA contra Nicolás Maduro.
"Declara-se o Estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, em razão das circunstâncias de ordem externa expressas através da agressão armada do Governo dos Estados Unidos contra o território nacional, que colocam em grave perigo a segurança da Nação, dos seus cidadãos, assim como das suas instituições, a fim de proceder à implementação das medidas correspondentes para proteger os direitos da população e defender a soberania, independência e integridade do território da República", lê-se no texto.
Lusa
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Controlo político da Venezuela pelos EUA ameaça infraestruturas sensíveis da China
Um jornal de Hong Kong referiu esta terça-feira que a tomada do controlo político da Venezuela pelos EUA poderá comprometer infraestruturas sensíveis da China no país sul-americano, incluindo estações de rastreio de satélites e ativos no setor petrolífero.
Após a captura do líder da Venezuela Nicolás Maduro e a sua transferência para Nova Iorque para ser julgado, o Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que os EUA vão "gerir" a Venezuela e "reparar a infraestrutura petrolífera" do país com as maiores reservas de crude do mundo.
Segundo o jornal de Hong Kong South China Morning Post, entre os ativos em risco está a estação de rastreio de satélites de El Sombrero, localizada na base aérea Capitão Manuel Ríos, e a sua estação de apoio em Luepa, no estado de Bolívar. Construídas pela estatal China Great Wall Industry Corporation, estas infraestruturas operam o satélite de observação terrestre VRSS 2, lançado pela China em 2017, e poderão igualmente servir os esforços mais amplos de rastreio espacial de Pequim, face às crescentes dificuldades para garantir instalações semelhantes noutros países.
Lusa
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Analistas consideram que captura de Maduro pode levar latino-americanos a reavaliar laços com China
Analistas apontam que a detenção do líder venezuelano, Nicolás Maduro, pelos Estados Unidos evidenciou os limites do apoio chinês aos parceiros na América Latina e pode levar governos da região a reavaliar o valor das alianças com Pequim.
A operação militar dos Estados Unidos, que retirou Maduro do poder e colocou a Venezuela sob uma "transição" supervisionada por Washington, foi a mais direta intervenção norte-americana na região em décadas. Para analistas, o episódio traduz uma mudança no posicionamento estratégico dos EUA e obriga a repensar o papel de potências externas como a China e a Rússia no continente.
Pequim reagiu com condenações formais. O ministério dos Negócios Estrangeiros chinês disse estar "profundamente chocado" e classificou a ação como "hegemonismo" que ameaça "a paz e a segurança na América Latina e Caraíbas". O ministério pediu a libertação imediata de Maduro e alertou para a violação do direito internacional. Contudo, tal como Moscovo, não tomou quaisquer medidas além de protestos diplomáticos.
Lusa
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Timor-Leste reafirma compromisso com direito internacional e apela à contenção
O Governo de Timor-Leste apelou esta terça-feira à contenção e reafirmou o seu compromisso com o direito internacional, referindo-se à intervenção dos Estados Unidos na Venezuela e à remoção forçada do Presidente Nicolás Maduro.
"Timor-Leste reafirma o seu compromisso com o direito internacional, incluindo o respeito pela soberania, a não utilização da ameaça ou do uso da força contra a integridade territorial, ou a independência política de qualquer Estado, bem como a resolução pacífica de diferendos", salienta, em comunicado, o executivo timorense.
Timor-Leste destaca que aqueles princípios estão consagrados na Carta das Nações Unidas e são essenciais para "salvaguardar a independência de todos os Estados, em particular dos pequenos Estados".
Lusa
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Delcy Rodríguez toma posse "com pesar" como presidente interina da Venezuela
Delcy Rodriguez prestou esta segunda-feira juramento e já tomou posse como presidente interina da Venezuela após a captura de Nicolás Maduro.
"Venho como vice-presidente executiva do presidente constitucionalmente legítimo da República de Bolívar, Nicolás Maduro, prestar juramento. Venho com pesar pelo sofrimento infligido ao povo venezuelano... Venho com pesar pelo rapto de dois reféns que temos nos Estados Unidos: o presidente Nicolás Maduro e a primeira-dama Cilia Flores", afirmou, citada pelo El Mundo, nas primeiras declarações como chefe de Estado
Brasil condena intervenção dos EUA na Venezuela e rejeita criação de protetorados
O Brasil condenou esta segunda-feira a "intervenção armada" dos Estados Unidos em território venezuelano e afirmou não acreditar que a solução para a crise no país passe pela "construção de protetorados".
Deve passar sim por "soluções que respeitem a autodeterminação do povo" da Venezuela, disse o representante permanente do Brasil junto das Nações Unidas, Sérgio Danese, a quem foi concedida a palavra na reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU sobre a situação na Venezuela, apesar de não integrar este órgão.
Sérgio Danese classificou a ação militar norte-americana na Venezuela e a captura do Presidente Nicolás Maduro como "um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional".
Lusa
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Protesto contra agressão norte-americana juntou 1.500 pessoas em Lisboa
Cerca de 1.500 pessoas manifestaram-se esta segunda-feira diante da estátua de Simón Bolívar em Lisboa para protestar contra a ilegalidade do ataque dos Estados Unidos à Venezuela no sábado.
Numa concentração organizada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), os manifestantes condenaram com veemência a "agressão militar norte-americana" com palavras de ordem como "Pela paz! Não à agressão dos Estados Unidos contra a Venezuela" ou "América Latina não é o quintal dos Estados Unidos".
O Presidente norte-americano foi especialmente visado, ressaltando a palavra de ordem: "Donald Trump, sua besta assassina, tira as tuas mãos da América Latina".
Lusa
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Protesto no Porto contra "invasão" pelos EUA e resposta do Governo português
Cerca de 150 pessoas protestaram esta segunda-feira no Porto contra a intervenção dos EUA que levou à captura do Presidente da Venezuela, ao mesmo tempo que criticaram a reação do Ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) de Portugal.
Em declarações à Lusa, a dirigente do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), que promoveu o protesto, Manuela Branco, foi por aí que começou, apontando à "invasão pelos Estados Unidos da Venezuela" com o propósito do "rapto do seu presidente Nicolás Maduro e da sua esposa", para logo depois, criticar o Governo português que "não condenou rigorosamente nada".
"É um perigo para todos os países democráticos que haja um país que diz: eu quero os vossos recursos, quero o petróleo, quero o ouro, quero as vossas terras raras, quero mandar no vosso povo e a União Europeia, Portugal, a maior parte dos países europeus dizem, sim senhora, nós aceitamos tudo isso. Não pode acontecer", continuou a porta-voz na manifestação que decorreu no Porto.
Lusa
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Maduro diz que é um "prisioneiro de guerra" dos EUA
À saída da sala de audiências, já depois de o juiz ter dada por terminada a sessão, Maduro disse em espanhol que era um "prisioneiro de guerra" dos Estados Unidos, de acordo com o jornal The New York Times.
Também ainda na sala de audiências, relata a NBC News, um homem na assistência terá dito a Maduro que ele iria pagar pelo que fez em nome da Venezuela, ao que o presidente deposto respondeu: "Em nome de Deus, serei livre."
Jorge Rodríguez reconduzido na presidência da Assembleia da Venezuela
Jorge Rodríguez, irmão da presidente interina do país, Delcy Rodríguez, foi esta segunda-feira reconduzido no cargo de presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, que ocupa desde 2021.
“A minha principal função nos próximos dias (…) como presidente desta Assembleia Nacional será usar todos os procedimentos, todas as plataformas e todos os meios para trazer de volta Nicolás Maduro, meu irmão, meu presidente”, disse Rodríguez citado pela agência AFP.
A Assembleia Nacional destacou ainda declarações do deputado Nicolás Maduro Guerra, filho de Nicolás Maduro, feitas durante a mesma sessão.
Segundo o texto oficial, o parlamentar afirmou que "a identidade histórica e soberana do povo venezuelano prevalecerá diante das agressões externas", acrescentando que "se o governo dos Estados Unidos é Monroe, nós somos Simón Bolívar".
Filho de Maduro diz que o pai foi "sequestrado" e pede "solidariedade internacional"
Nicolás Maduro Guerra, filho do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro, referiu esta segunda-feira que o pai foi "sequestrado" pelos Estados Unidos e pediu "solidariedade internacional" para que ele possa regressar ao país.
Maduro Guerra fez estas declarações durante a sessão de posse da Assembleia Nacional da Venezuela, realizada dois dias após Maduro e a mulher, Cilia Flores, terem sido capturados numa operação militar dos EUA em Caracas.
“Se normalizarmos o sequestro de um chefe de Estado, nenhum país estará seguro. Hoje é a Venezuela, amanhã pode ser qualquer nação que se recuse a submeter-se. Este não é um problema regional, é uma ameaça direta à estabilidade global, à humanidade e à igualdade soberana das nações”, afirmou.
“Povos do mundo: a solidariedade internacional com Nicolás, com Cilia, com a Venezuela, não é um gesto político opcional, é um dever ético e legal. O silêncio diante destas violações implica aqueles que se calam e enfraquece o sistema internacional que todos dizem defender”, indicou.
Maduro Guerra também mencionou a sua inclusão na mais recente acusação dos EUA contra o pai, acusado de tráfico de drogas e crimes relacionados com armas. Maduro Guerra rejeitou todas as acusações. "A minha família e eu estamos a ser perseguidos", disse.
Próxima audiência de Maduro é no dia 17 de março. Advogado destaca "problemas com a legalidade do sequestro militar"
Já terminou a sessão. Nicolás Maduro foi intimado a comparecer à sua próxima audiência em tribunal no dia 17 de março.
Enquanto se discutia uma data, o advogado de defesa de Maduro destacou "problemas com a legalidade do sequestro militar".
Alegou também alguns problemas de saúde de Maduro e solicitou um formulário "para que ele receba a assistência médica adequada enquanto estiver detido".
O advogado de defesa de Cilia Flores também afirmou que ela tem alguns problemas de saúde decorrentes da sua captura em Caracas pelas forças norte-americanas. "Ela tem hematomas graves nas costelas e precisará de atendimento adequado", disse Mark Donnelly.
A sessão desta segunda-feira, que serviu para Maduro e a mulher ouvirem do juiz do que estão acusados, durou apenas 30 minutos.
O presidente deposto e a mulher entraram depois em carros blindados que os levaram de volta até à prisão em Brooklyn.
"Não sou culpado, sou um homem decente e continuo a ser presidente do meu país", diz Maduro em tribunal
Eis as primeiras palavras de Nicolás Maduro em tribunal: "Não sou culpado, sou um homem decente, ainda sou o presidente do meu país."
A mulher de Maduro também se declarou inocente. "Sim, eu sou Cilia Flores Maduro, sou a primeira-dama da Venezuela e estou inocente", disse ao juiz.
O juiz informou Nicolás Maduro e Cilia Flores que tinham o direito de consultar funcionários consulares e o pedido foi aceite.
EUA afirmam no Conselho de Segurança da ONU que não estão "em guerra contra a Venezuela"
O representante norte-americano nas Nações Unidas afirmou em reunião do Conselho de Segurança da ONU que não está em curso uma guerra contra a Venezuela após a captura de Nicolas Maduro, reiterando que Washington não tem intenção de ocupar o país.
"Não há nenhuma guerra contra a Venezuela ou o seu povo. Não estamos a ocupar o país", afirmou Mike Waltz esta segunda-feira.
De acordo com Waltz, a operação deste fim-de-semana deu seguimento a "mandados legais que existem há décadas", voltando o embaixador dos EUA a acusar Maduro de ser o líder de uma rede de tráfico de droga.
"Os EUA prenderam um narcotraficante que vai agora ser julgado nos EUA", sublinhou o embaixador, acusando Maduro como sendo "responsável por ataques contra os EUA, por desestabilizar o hemisfério sul e por reprimir ilegalmente o povo venezuelano.
O embaixador disse ainda que Donald Trump "deu uma chance à diplomacia" e que "ofereceu a Maduro várias rampas de saída", mas que o presidente venezuelano deposto as "rejeitou".
Maduro já está na sala de audiências
Nicolás Maduro acaba de entrar no tribunal e cumprimenta os seus advogados. A mulher, Cilia Flores, está sentada dois lugares atrás.
O juiz Alvin Hellerstein deseja bom dia a todos os presentes. "O meu trabalho é garantir que este seja um julgamento justo", disse, citado pela Sky News.
De seguida, o juiz leu as acusações. O presidente deposto da Venzuela está acusado de conspiração de narcoterrorismo; conspiração de importação de cocaína; posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos e conspiração para posse de metralhadoras e dispositivos de destruição
Maduro contrata advogado de Assange
Nicolás Maduro contratou o famoso advogado de defesa criminal Barry Pollack para o representar. A informação está a ser avançada pela Bloomberg.
Pollack defendeu, entre outros, o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, em processos criminais em Manhattan.
O advogado, de acordo com a Bloomberg, apresentou esta segunda-feira uma notificação de comparecimento como representante de Maduro no caso de narcoterrorismo do Distrito Sul de Nova Iorque, antes da audiência que está marcada para esta tarde. De acordo com a Sky News, o causídico já está no tribunal de Nova Iorque.
Antes, a CNN internacional tinha noticiado que o tribunal tinha nomeado David Wikstrom para representar Maduro nesta primeira audiência.
Barry J. Pollack é amplamente reconhecido como um dos principais advogados dos EUA. É membro do American College of Trial Lawyers, membro do American Board of Criminal Lawyers e ex-presidente da National Association of Criminal Defense Lawyers. Pollack tem mais de 30 anos de experiência representando indivíduos, incluindo executivos e altos funcionários do governo, bem como empresas e outras organizações, em julgamentos e investigações delicados.
Maduro e a esposa, Cilia Flores, já estão no tribunal e o presidente deposto da Venezuela deve ser ouvido ainda esta segunda-feira.
O presidente da Venezuela irá ser julgado por conspiração por narcotráfico e terrorismo, conspiração por importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos contra os EUA.
Maduro foi capturado na sequência da operação militar dos EUA na Venezuela na madrugada de sábado.
Maduro já tem advogado nomeado pelo tribunal de Nova Iorque
David Wikstrom é o nome do advogado designado pelo tribunal para a primeira audiência de Nicolás Maduro perante um juiz em Nova Iorque, de acordo com a CNN Internacional.
Maduro e a esposa, Cilia Flores, já estão no tribunal e o presidente deposto da Venezuela deve ser ouvido ainda esta segunda-feira.
O presidente da Venezuela irá ser julgado por conspiração por narcotráfico e terrorismo, conspiração por importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos contra os EUA.
Maduro foi capturado na sequência da operação militar dos EUA na Venezuela na madrugada de sábado.
Correio da Manhã
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Maduro já está no tribunal em Nova Iorque
Nicolás Maduro já deixou o centro de detenção em Brooklyn e deslocou-se debaixo de fortes medidas de segurança para o tribunal federal de Manhattan, em Nova Iorque, nos EUA, onde esta segunda-feira vai começar a ser julgado.
O presidente venezuelano foi transportado de helicóptero até a um local próximo do tribunal e posteriormente deu entrada num veículo blindado que o levou até ao edifício em Nova Iorque. Várias ruas foram cortadas nas imediações para que não houvesse qualquer contacto com a população.
O presidente da Venezuela irá ser julgado por conspiração por narcotráfico e terrorismo, conspiração por importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos contra os EUA.
Maduro foi capturado na sequência da operação militar dos EUA na Venezuela na madrugada de sábado.
Suíça congela ativos ligados a Maduro após prisão nos EUA
A Suíça congelou todos os ativos mantidos no país por Nicolás Maduro, da Venezuela, e seus associados, informou o Conselho Federal na segunda-feira, após a prisão do líder venezuelano pelas forças americanas em Caracas e transferência para os Estados Unidos.
O congelamento de ativos não afeta membros do atual governo venezuelano, e a Suíça afirmou que vai devolver quaisquer fundos considerados ilícitos em benefício do povo venezuelano.
A medida, com efeito imediato e válida por quatro anos, visa impedir a saída de ativos potencialmente ilícitos e vem somar-se às sanções já impostas à Venezuela desde 2018, segundo o comunicado, de acordo com a Reuters.
Correio da Manhã
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Conselho de Segurança da ONU reúne-se de emergência enquanto Maduro comparece perante juiz federal
O Conselho de Segurança da ONU está a realizar uma reunião de emergência para discutir o ataque dos Estados Unidos à Venezuela, que terminou com a captura de Nicolás Maduro e Cilia Flores.
A Venezuela solicitou a reunião, com o apoio de dois membros permanentes do Conselho de Segurança – a Rússia e a China.
Em carta datada de 3 de janeiro, na qual solicitava a reunião desta segunda-feira, a Venezuela acusou os EUA de realizar uma série de “ataques armados brutais, injustificados e unilaterais” contra alvos civis e militares no país. Acusou também os EUA de violarem a Carta da ONU.
Correio da Manhã
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"Vão ver-nos nas ruas, ao lado do povo": filho de Nicolás Maduro pede mobilização para libertação do pai
O filho do Presidente venezuelano deposto Nicolás Maduro apelou esta segunda-feira à população para se mobilizar contra o ataque realizado no sábado pelos Estados Unidos contra a Venezuela e a prisão do seu pai pelas forças norte-americanas.
"Estamos bem, estamos calmos. Vão ver-nos nas ruas, ao lado do povo", disse Nicolás Ernesto Maduro.
Lusa
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