Correio da Manhã
JornalistaMaduro contrata advogado de Assange
Nicolás Maduro contratou o famoso advogado de defesa criminal Barry Pollack para o representar. A informação está a ser avançada pela Bloomberg.
Pollack defendeu, entre outros, o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, em processos criminais em Manhattan.
O advogado, de acordo com a Bloomberg, apresentou esta segunda-feira uma notificação de comparecimento como representante de Maduro no caso de narcoterrorismo do Distrito Sul de Nova Iorque, antes da audiência que está marcada para esta tarde. De acordo com a Sky News, o causídico já está no tribunal de Nova Iorque.
Antes, a CNN internacional tinha noticiado que o tribunal tinha nomeado David Wikstrom para representar Maduro nesta primeira audiência.
Barry J. Pollack é amplamente reconhecido como um dos principais advogados dos EUA. É membro do American College of Trial Lawyers, membro do American Board of Criminal Lawyers e ex-presidente da National Association of Criminal Defense Lawyers. Pollack tem mais de 30 anos de experiência representando indivíduos, incluindo executivos e altos funcionários do governo, bem como empresas e outras organizações, em julgamentos e investigações delicados.
Maduro e a esposa, Cilia Flores, já estão no tribunal e o presidente deposto da Venezuela deve ser ouvido ainda esta segunda-feira.
O presidente da Venezuela irá ser julgado por conspiração por narcotráfico e terrorismo, conspiração por importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos contra os EUA.
Maduro foi capturado na sequência da operação militar dos EUA na Venezuela na madrugada de sábado.
Conselho de Segurança da ONU reúne-se de emergência enquanto Maduro comparece perante juiz federal
O Conselho de Segurança da ONU está a realizar uma reunião de emergência para discutir o ataque dos Estados Unidos à Venezuela, que terminou com a captura de Nicolás Maduro e Cilia Flores.
A Venezuela solicitou a reunião, com o apoio de dois membros permanentes do Conselho de Segurança – a Rússia e a China.
Em carta datada de 3 de janeiro, na qual solicitava a reunião desta segunda-feira, a Venezuela acusou os EUA de realizar uma série de “ataques armados brutais, injustificados e unilaterais” contra alvos civis e militares no país. Acusou também os EUA de violarem a Carta da ONU.
Correio da Manhã
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Maduro já tem advogado nomeado pelo tribunal de Nova Iorque
David Wikstrom é o nome do advogado designado pelo tribunal para a primeira audiência de Nicolás Maduro perante um juiz em Nova Iorque, de acordo com a CNN Internacional.
Maduro e a esposa, Cilia Flores, já estão no tribunal e o presidente deposto da Venezuela deve ser ouvido ainda esta segunda-feira.
O presidente da Venezuela irá ser julgado por conspiração por narcotráfico e terrorismo, conspiração por importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos contra os EUA.
Maduro foi capturado na sequência da operação militar dos EUA na Venezuela na madrugada de sábado.
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Suíça congela ativos ligados a Maduro após prisão nos EUA
A Suíça congelou todos os ativos mantidos no país por Nicolás Maduro, da Venezuela, e seus associados, informou o Conselho Federal na segunda-feira, após a prisão do líder venezuelano pelas forças americanas em Caracas e transferência para os Estados Unidos.
O congelamento de ativos não afeta membros do atual governo venezuelano, e a Suíça afirmou que vai devolver quaisquer fundos considerados ilícitos em benefício do povo venezuelano.
A medida, com efeito imediato e válida por quatro anos, visa impedir a saída de ativos potencialmente ilícitos e vem somar-se às sanções já impostas à Venezuela desde 2018, segundo o comunicado, de acordo com a Reuters.
Correio da Manhã
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Maduro já está no tribunal em Nova Iorque
Nicolás Maduro já deixou o centro de detenção em Brooklyn e deslocou-se debaixo de fortes medidas de segurança para o tribunal federal de Manhattan, em Nova Iorque, nos EUA, onde esta segunda-feira vai começar a ser julgado.
O presidente venezuelano foi transportado de helicóptero até a um local próximo do tribunal e posteriormente deu entrada num veículo blindado que o levou até ao edifício em Nova Iorque. Várias ruas foram cortadas nas imediações para que não houvesse qualquer contacto com a população.
O presidente da Venezuela irá ser julgado por conspiração por narcotráfico e terrorismo, conspiração por importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos contra os EUA.
Maduro foi capturado na sequência da operação militar dos EUA na Venezuela na madrugada de sábado.
Depois da Venezuela, Trump ameaça atacar Colômbia e garante que precisa da Gronelândia
Depois da operação militar dos EUA na Venezuela, o presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a assumir que quer controlar o território dinamarquês da Gronelândia, referindo que os EUA precisam da Gronelândia "do ponto de vista da segurança nacional".
"É muito estratégico neste momento. A Gronelândia está coberta de navios russos e chineses por toda a parte (...) precisamos da Gronelândia do ponto de vista da segurança nacional, e a Dinamarca não vai conseguir fazer isso", disse Trump no domingo à noite, citado pela Associated Press (AP).
Mas Donald Trump não se ficou pela Gronelândia e ameaçou também atacar a Colômbia, que diz ser "governada por um homem doente que gosta de fabricar cocaína e vendê-la aos Estados Unidos»".
Quando questionado se poderia ordenar que os EUA conduzissem uma operação contra a Colômbia, Trump respondeu que lhe parecia "bem".
Correio da Manhã
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"Ação ilegal e imprudente": Kamala Harris critica Trump pela ação na Venezuela
A democrata Kamala Harris, que foi derrotada por Trump nas últimas eleições, criticou através de uma mensagem na rede social X a ação dos Estados Unidos contra a Venezuela, indicando que na base deste ataque está a luta pelo petróleo.
"As ações de Donald Trump na Venezuela não tornam os Estados Unidos mais seguros, mais fortes ou acessíveis. O facto de Maduro ser um ditador brutal e ilegítimo não muda o facto desta ação ser ilegal e imprudente. Já vimos este filme antes. Guerras por mudanças de regime ou por petróleo, vendidas como demonstração de força, mas que se transformam em caos, e as famílias americanas pagam o preço. O povo americano não quer isto e está cansado de ser enganado. Não se trata de drogas ou democracia. Trata-se de petróleo e do desejo de Donald Trump em tornar-se o homem forte da região. Se ele se importasse com qualquer uma destas coisas, não perdoaria um traficante de drogas condenado nem marginalizaria a legítima oposição venezuelana enquanto tenta acordos com os comparsas de Maduro. O presidente está a colocar tropas em risco, gastando bilhões, desestabilizando uma região e não oferecendo autoridade legal, plano de saída ou qualquer benefício para o país. Os Estados Unidos precisam de uma liderança cujas prioridades sejam reduzir o custo de vida para as famílias trabalhadoras, garantir o cumprimento da lei, fortalecer alianças e, o mais importante, colocar o povo americano em primeiro lugar", escreveu Kamala.
"Vão ver-nos nas ruas, ao lado do povo": filho de Nicolás Maduro pede mobilização para libertação do pai
O filho do Presidente venezuelano deposto Nicolás Maduro apelou esta segunda-feira à população para se mobilizar contra o ataque realizado no sábado pelos Estados Unidos contra a Venezuela e a prisão do seu pai pelas forças norte-americanas.
"Estamos bem, estamos calmos. Vão ver-nos nas ruas, ao lado do povo", disse Nicolás Ernesto Maduro.
Lusa
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China alerta para risco de instabilidade na América Latina
A China voltou esta segunda-feira a reclamar a "libertação imediata" do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, capturado no sábado por forças dos Estados Unidos durante uma operação militar em Caracas, e alertou para o risco de instabilidade na América Latina.
"O uso da força pelos EUA viola claramente o direito internacional e os princípios fundamentais das relações internacionais", afirmou o porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Lin Jian, durante uma conferência de imprensa em Pequim.
Lin manifestou "profunda preocupação" com a detenção de Maduro e da sua esposa, Cilia Flores, e instou Washington a "garantir a sua segurança pessoal" enquanto permanecerem fora da Venezuela, além de exigir a sua libertação.
Lusa
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Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental evita condenar ataque dos Estados Unidos
A Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) reconheceu esta segunda-feira o direito dos Estados de combater o crime internacional e evitou condenar diretamente o ataque norte-americano à Venezuela.
Em comunicado, a organização apelou ao respeito pela soberania e integridade territorial da Venezuela, tal como consagrado no direito internacional, especialmente na Carta das Nações Unidas.
O bloco regional africano constituído por 12 membros disse ainda que apoia integralmente a declaração da União Africana (UA) que apelou à moderação e ao diálogo inclusivo com o povo venezuelano.
Lusa
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Irão pede libertação de Nicolás Maduro
O Irão, que mantém laços estreitos com a Venezuela, apelou esta segunda-feira à libertação do presidente Nicolás Maduro, levado para os Estados Unidos após uma intervenção militar americana em Caracas.
"O presidente de um país e a sua esposa foram raptados. Não há motivo para [Donald Trump] se orgulhar, é um ato ilegal", disse o porta-voz da diplomacia iraniana, Esmaïl Baghaï.
Na conferência de imprensa semanal, o responsável acrescentou: "Como salientou o povo venezuelano, o seu presidente deve ser libertado".
Lusa
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Ofensiva dos EUA para capturar Maduro provocou a morte de 32 cubanos
O governo cubano anunciou que a ofensiva dos EUA na Venezuela para capturar Nicolás Maduro, na madrugada do passado sábado, provocou a morte de 32 cubanos, cita a Sky News. Para homenagear as vítimas foram decretados dois dias de luto.
Miguel Díaz-Canel, presidente de Cuba, classificou a operação norte-americana como um "ataque criminoso" e pediu uma resposta da comunidade internacional.
Correio da Manhã
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Ofensiva dos EUA na Venezuela é teste à presença da China na América Latina
A ofensiva militar dos Estados Unidos contra a Venezuela representa um teste à crescente presença da China na América Latina, alertam analistas chineses, perante o risco de retração regional suscitado pelo retomar da Doutrina Monroe por Washington.
Num ataque surpresa no sábado, forças norte-americanas realizaram uma operação de precisão na Venezuela, capturando o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e a esposa, que foram transportados para Nova Iorque. Sem apresentar calendário para novas eleições, o Presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que Washington vai "assumir a gestão" do país e tornar-se "presença chave" na sua indústria petrolífera.
A ação, a mais direta intervenção militar norte-americana na região em quase 40 anos, foi interpretada como parte de uma estratégia mais ampla de contenção da presença chinesa na América Latina, onde Pequim tem aprofundado laços através de investimentos em infraestruturas, cooperação financeira e tecnológica.
Lusa
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Taiwan diz estar a acompanhar com "muita atenção" a situação na Venezuela
Taiwan afirmou esta segunda-feira estar a acompanhar "com muita atenção" a situação política, económica e social na Venezuela, após a operação militar norte-americana que resultou na captura do Presidente Nicolás Maduro e da esposa, Cilia Flores, no sábado.
Num comunicado citado pela agência EFE, a diplomacia taiwanesa assinala que está a monitorizar os desdobramentos internos e internacionais do caso, incluindo o envolvimento do "regime ditatorial venezuelano" no narcotráfico e a "crise humanitária provocada pelo seu Governo autoritário".
Taipé afirma que continuará a acompanhar a evolução da situação "para responder oportunamente e garantir a proteção dos cidadãos taiwaneses no exterior".
Lusa
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China rejeita papel dos EUA como "juiz do mundo" após captura de Maduro
O ministro chinês dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi, afirmou esta segunda-feira que a China "não aceitará que nenhum país se assuma como juiz do mundo", após a detenção do Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, numa operação norte-americana.
"Nunca considerámos que algum país possa agir como 'polícia do mundo', nem aceitaremos que se autoproclame 'juiz do mundo'", declarou Wang, numa reunião em Pequim com o homólogo paquistanês, Ishaq Dar.
A declaração surge após os Estados Unidos terem detido Maduro e a esposa, Cilia Flores, no sábado, numa operação militar surpresa, transportando-os para Nova Iorque, onde aguardam julgamento por "narcoterrorismo".
Lusa
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Presidente da Colômbia critica EUA por ser primeiro país a bombardear uma capital sul-americana
O Presidente da Colômbia criticou os Estados Unidos por serem o primeiro país a bombardear uma capital sul-americana, após o ataque de sábado a Caracas, dizendo que nem Netanyahu, Hitler, Franco ou Salazar o fizeram.
"Os EUA são o primeiro país do mundo a bombardear uma capital sul-americana em toda a história da humanidade. Nem Netanyahu o fez, nem Hitler, nem Franco, nem Salazar. Que medalha terrível essa, porque os sul-americanos não a esquecerão durante as próximas gerações", escreveu no domingo Gustavo Petro, na rede social X.
Para o Presidente colombiano, "a ferida fica aberta durante muito tempo", mas "a vingança não deve existir" porque "mata o coração".
Lusa
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Presidente interina da Venezuela cria comissão para libertação de Maduro
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, criou no domingo uma comissão para a libertação do líder deposto, Nicolás Maduro, e da mulher do dirigente, Cilia Flores, capturados e levados para os Estados Unidos.
Acusado de tráfico de drogas e terrorismo, Maduro está detido numa prisão de Nova Iorque e deve comparecer esta segunda-feira perante um juiz federal num tribunal da cidade.
Uma comissão "de alto nível" foi apresentada pelo ministro da Informação, Freddy Ñáñez, que fará parte da mesma, e que vai ser liderada pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, e pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Iván Gil.
Lusa
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Cinco países da América Latina e Espanha rejeitaram "qualquer tentativa de controlo" sobre a Venezuela
Os governos de cinco países da América Latina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Uruguai, mais a Espanha, rejeitaram este domingo, num comunicado conjunto, "qualquer tentativa de controlo" sobre a Venezuela, no dia seguinte à operação militar dos Estados Unidos.
"Expressamos a nossa preocupação face a qualquer tentativa de controlo governamental, administração ou apropriação externa dos recursos naturais ou estratégicos [venezuelanos]", indicam no comunicado, publicado pelo ministério colombiano dos Negócios Estrangeiros.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou no sábado que autorizaria as empresas petrolíferas norte-americanas a explorar os recursos petrolíferos da Venezuela, que detém 17% das reservas mundiais de petróleo bruto.
Kamala Harris condena "ação imprudente" na Venezuela que não torna EUA mais seguros
A antiga vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, adversária do atual Presidente, Donald Trump, afirmou este domingo que a intervenção na Venezuela não torna a América mais segura e forte e foi uma ação imprudente, além de ilegal.
"O facto de Maduro ser um ditador brutal e ilegítimo não muda o facto de que esta ação foi tão ilegal quanto imprudente", afirmou Kamala Harris, numa mensagem na rede social X.
A antiga vice-presidente dos Estados Unidos considerou que "as ações de Donald Trump na Venezuela não tornam a América mais segura, mais forte ou mais acessível".
Maduro e a mulher vão ser presentes a tribunal amanhã
Nicolás Maduro e a mulher vão ser presentes no Tribunal Distrital de Nova Iorque, em Manhattan, ao meio dia de segunda-feira (17h em Lisboa). A informação foi avançada pela CBS News.
Durante a sessão, serão oficialmente comunicadas as acusações contra o líder venezuelano.
Maduro é acusado pela justiça norte-americana de "narcoterrorismo", importação de cocaína para os Estados Unidos e posse de armas.
O presidente venezuelano e Cilia Flores estão no centro de detenção de Brooklyn, Nova Iorque, depois de terem sido capturados pelos EUA.
Exército venezuelano reconhece Delcy Rodríguez como presidente interina
O exército venezuelano reconheceu este domingo a vice-presidente do país, Delcy Rodríguez, como Presidente interina, anunciou o ministro da Defesa, Vladimir Padrino Lóez, um dia após o chefe de Estado, Nicolás Maduro, ter sido capturado por militares dos Estados Unidos.
EUA só trabalharão com autoridades que tomem "as decisões certas"
Os Estados Unidos só trabalharão com as autoridades venezuelanas que tomem "as decisões certas", disse hoje o secretário de Estado norte-americano, garantindo que Washington ainda pode pressionar mais o país sul-americano.
"Se eles [quem esteja no poder na Venezuela] não tomarem as decisões certas, os Estados Unidos manterão diversas ferramentas de influência para garantir a proteção dos nossos interesses, incluindo o embargo ao petróleo em vigor", avançou Marco Rubio, em entrevista à CBS.
Em entrevista ao programa "Face the Nation with Margaret Brennan", emitido hoje de manhã, o secretário de Estado deixou um aviso: "Vamos avaliar a situação daqui para a frente. Vamos julgar tudo com base nas suas ações e veremos o que farão."
Lusa
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No dia seguinte à queda de Maduro, o ambiente na Venezuela é "tensamente tranquilo"
Um dia depois de os Estados Unidos afastarem Nicolás Maduro do poder, o ambiente na Venezuela continua a ser de expetativa sobre o futuro e de calma tensa. "Tudo está tranquilo, tensamente tranquilo", na expressão de um luso-venezuelano.
Em Caracas, a capital da Venezuela, supermercados, padarias e restaurantes abriram este domingo cedo as portas, depois de no sábado as dificuldades no transporte público terem condicionado o serviço.
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Lusa
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PSP reforça segurança junto de Embaixada e consulado da Venezuela em Lisboa
A PSP ativou de forma preventiva um posto fixo junto da Embaixada da Venezuela em Lisboa e reforçou o policiamento nas imediações do consulado, na sequência da operação dos Estados Unidos naquele país sul-americano, foi este domingo anunciado.
"Estas são medidas preventivas habitualmente adotadas pela PSP, através da Divisão de Segurança a Instalações do Comando Metropolitano de Lisboa, que decorrem da avaliação do risco realizada", explicou à agência Lusa o porta-voz da PSP, Sérgio Soares.
Lusa
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Imagens aéreas mostram Nicolás Maduro a chegar a Nova Iorque
VÍDEO: AP
Netanyahu apoia ação "determinada" dos EUA
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, expressou este domingo o apoio do seu Governo à "decisão resoluta e à ação determinada" dos Estados Unidos na Venezuela.
"Na América Latina, vários países estão a regressar à esfera de influência norte-americana e a renovar os laços com o Estado de Israel. Saudamos isso, damos os parabéns ao Presidente [dos Estados Unidos, Donald] Trump e também elogiamos as forças armadas norte-americanas pela operação impecável", acrescentou Netanyahu durante uma reunião do Conselho de Ministros israelita.
No sábado, Netanyahu já tinha felicitado Trump "pela sua coragem e histórica liderança em nome da liberdade e da justiça", após a operação militar norte-americana lançada na madrugada desse dia na Venezuela.
Lusa
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Papa diz que bem-estar dos venezuelanos e soberania do país devem prevalecer
O Papa Leão XIV defendeu este domingo que o bem-estar dos venezuelanos deve prevalecer após a captura do Presidente Nicolás Maduro e apelou para que se "garanta a soberania" da Venezuela.
"O bem-estar do querido povo venezuelano deve prevalecer sobre qualquer outra consideração e levar à superação da violência e ao compromisso com os caminhos da justiça e da paz, garantindo a soberania do país", declarou o Papa, de nacionalidade americana, após a oração do Angelus na Praça de São Pedro, em Roma.
Leão XIV falava a propósito da confirmação, no sábado, pelo Presidente dos Estados Unidos, de que as forças armadas norte-americanas realizaram "com êxito, um ataque em grande escala" em solo venezuelano e que Maduro e mulher, Cilia Flores, foram detidos, na residência presidencial em Caracas.
Lusa
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Captura de Maduro pelos EUA assinalada nas redes com fotos falsas e vídeos de arquivo
Dezenas de imagens e vídeos falsos sobre a operação militar norte-americana que capturou o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, circulam nas redes sociais, incluindo imagens de arquivo e alegadas fotos da captura geradas por Inteligência Artificial (IA).
Coreia do Norte denuncia captura de Maduro como "grave violação da soberania"
A Coreia do Norte denunciou este domingo a captura pelos Estados Unidos do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, como uma "grave violação da soberania", segundo os meios de comunicação estatais.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) "condena veementemente o ato de hegemonia cometido pelos Estados Unidos na Venezuela", declarou um porta-voz do ministério num comunicado publicado pela agência oficial KCNA.
Para o MNE, a captura de Nicolás Maduro é "um exemplo que confirma mais uma vez o caráter desonesto e brutal dos Estados Unidos".
Lusa
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União Africana pede respeito pelo direito internacional e vários países rejeitam ataque dos EUA à Venezuela
A União Africana (UA) pediu respeito pelo direito internacional e, embora não tenha condenado diretamente o ataque dos Estados Unidos à Venezuela, afirmou que os problemas internos do país sul-americano devem ser resolvidos internamente.
Num comunicado divulgado na noite de sábado, a organização pan-africana defendeu um "diálogo político inclusivo" entre a população venezuelana, com vários países africanos a manifestaram a rejeição às ações de Washington e alguns a mostrarem solidariedade a Caracas, como Angola, após a captura do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e da respetiva mulher, a deputada Cilia Flores.
"A União Africana reafirma o firme compromisso com os princípios fundamentais do direito internacional, em particular o respeito pela soberania dos Estados, a sua integridade territorial e o direito dos povos à autodeterminação, tal como consagrados na Carta das Nações Unidas", indicou a UA no comunicado.
A organização pan-africana sublinhou "a importância do diálogo, da resolução pacífica dos litígios e do respeito pelos quadros constitucionais e institucionais" num quadro de "cooperação e coexistência pacífica entre as nações.
"Os desafios internos que a Venezuela enfrenta só podem ser abordados de forma sustentável através de um diálogo político inclusivo entre os próprios venezuelanos", acrescentou.
Lusa
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Ataque dos EUA à Venezuela causou pelo menos 40 mortos, diz o The New York Times
Pelo menos 40 pessoas foram mortas no ataque levado a cabo pelas forças especiais norte-americanas à Venezuela na madrugada de sábado, entre soldados e civis. A informação é avançada pelo jornal The New York Times, que cita um alto funcionário venezuelano sob condição de anonimato.
Nicolás Maduro chega a centro de detenção em Brooklyn algemado e a desejar "feliz Ano Novo"
"Boa Noite. Feliz Ano Novo": foram estas as primeiras palavras do líder venezuelano Nicolás Maduro à chegada do centro de detenção em Brooklyn, depois de ter sido capturado pelas forças norte-americanas juntamente com a sua esposa na madrugada deste sábado, numa operação que, segundo o presidente Donald Trump, "foi preparada durante meses".
Supremo da Venezuela aponta Delcy Rodríguez como líder após captura de Maduro
O Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela (TSJ, na sigla em castelhano) decidiu que a vice-presidente executiva Delcy Rodríguez deverá assumir a presidência interina, após a captura do líder Nicolás Maduro pelos Estados Unidos.
Rodríguez torna-se assim a primeira mulher na história do país sul-americano a chefiar o executivo, "de forma a garantir a continuidade administrativa e a defesa integral da nação", declarou a presidente do TSJ, Tania D'Amelio.
Num comunicado divulgado pela emissora pública venezuelana, o TSJ exigiu que Rodríguez, o Conselho de Defesa Nacional, o Alto Comando Militar e o parlamento sejam notificados imediatamente da decisão.
Lusa
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China pede aos Estados Unidos a "libertação imediata" do Presidente da Venezuela
A China pediu este domingo aos Estados Unidos a libertação imediata do Presidente da Venezuela que foi detido em Nova Iorque, depois de ter sido capturado numa operação militar norte-americana levada a cabo no sábado.
"A China pede aos Estados Unidos que garantam a segurança pessoal do presidente Nicolás Maduro e da sua mulher, que os libertem imediatamente e que cessem os seus esforços para derrubar o Governo venezuelano", afirmou a diplomacia de Pequim.
Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da China classificou a operação como uma "flagrante violação do direito internacional".
Lusa
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Colômbia mobiliza 30 mil soldados para a fronteira com Venezuela
A Colômbia vai mobilizar 30 mil soldados ao longo dos 2.219 quilómetros de fronteira com a Venezuela, para garantir a segurança do país, após os Estados Unidos (EUA) terem capturado o Presidente venezuelano.
O anúncio foi feito no sábado pela diretora do Departamento Administrativo da Presidência (Dapre), Angie Rodríguez, numa conferência de imprensa em Cúcuta, capital do departamento de Norte de Santander, após a instalação de um posto de comando unificado (PMU, na sigla em castelhano) para lidar com a situação na fronteira.
"O governo nacional ordenou o destacamento de 30 mil soldados para a fronteira com a Venezuela, priorizando áreas críticas da fronteira, dentro de um plano de resposta abrangente e coordenado que envolve todas as entidades do Estado colombiano", declarou Rodríguez.
Lusa
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CIA tinha fonte no governo da Venezuela para vigiar Maduro, avança o jornal The New York Times
O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, esteve a ser vigiado com o auxílio de elementos do seu executivo, que informaram a CIA, a agência dos serviços secretos dos Estados Unidos, noticiou este sábado o jornal The New York Times.
Segundo o jornal norte-americano, uma fonte da CIA dentro do Governo venezuelano monitorizou a localização de Nicolás Maduro nos dias e nos momentos anteriores à captura pelos Estados Unidos.
As informações foram recolhidas pela CIA junto de fontes venezuelanas desde agosto passado e também com recurso a drones furtivos que monitorizavam os movimentos de Nicolás Maduro na Venezuela.
Lusa
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Zelensky diz que Estados Unidos "sabem como lidar com os ditadores", após captura de Maduro
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou este sábado que os Estados Unidos "sabem como lidar com os ditadores", numa referência à captura do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, numa operação militar em Caracas.
"O que posso dizer? Se se pode lidar com os ditadores dessa forma, então os Estados Unidos da América sabem o que fazer a seguir", disse Zelensky em declarações à imprensa, após reunir-se com conselheiros de segurança de países europeus, bem como da NATO e da União Europeia, para preparar um novo encontro da chamada "Coligação dos Dispostos", previsto para terça-feira em Paris.
Kiev tinha já dito que defende "o direito das nações de viver livres de ditadura, opressão e violações dos direitos humanos".
Nicolás Maduro recebido por forte dispositivo de segurança na chegada a Nova Iorque
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e a mulher já chegaram a Nova Iorque, depois de terem sido capturados pelos Estados Unidos em Caracas, na madrugada deste sábado. O casal chegou ao Aeroporto Stewart, no norte da cidade de Nova Iorque, num Boeing 757 indica a CBS News. O casal foi encaminhado para um centro de detenção onde aguardará para ser presente a um juiz.
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Conselho de Segurança da ONU reúne de emergência na segunda-feira para discutir captura de Nicolás Maduro
O Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) vai reunir-se na segunda-feira para discutir a operação norte-americana de captura do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em Caracas, informou este sábado a presidência somali deste órgão.
A reunião de emergência, prevista para as 10h00 (15h00 em Lisboa), foi solicitada pela Venezuela, pedido apoiado pela Colômbia, que acaba de entrar no Conselho de Segurança, precisaram fontes diplomáticas citadas pela France-Presse.
O pedido para a reunião, endereçado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros venezuelano, Yvan Gil, visa abordar aquilo que Caracas considera um ataque ilícito dos Estados Unidos à sua soberania.
Lusa
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Reguladora aérea dos EUA proíbe companhias de operar nas Caraíbas após ataques à Venezuela
A autoridade reguladora da aviação americana (FAA, sigla original) "proibiu" hoje as companhias aéreas registadas nos Estados Unidos de operar no espaço aéreo das Caraíbas, invocando os perigos associados à atividade militar após os ataques americanos na Venezuela.
A FAA emitiu uma "proibição" de voos sobre vários destinos na região "devido aos riscos de segurança [...] associados à atividade militar em curso", noticia a agência de notícias France Presse (AFP).
Lusa
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Montenegro declara que o Governo está atento à situação na Venezuela, com "atenção particular" à comunidade portuguesa
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse ter reunido com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e que estão a acompanhar "em permanência" a situação na Venezuela, "com atenção particular à segurança e ao bem-estar" da comunidade portuguesa.
"Estamos focados no futuro e no restabelecimento de uma democracia plena onde os venezuelanos escolham livremente o seu futuro", escreveu Montenegro, numa publicação na rede social X, numa primeira reação aos ataques dos EUA à Venezuela e à captura de Nicolás Maduro.
Donald Trump publica vídeo dos ataques na Venezuela ao som de música da época da guerra no Vietname
O Presidente dos EUA, Donald Trump, publicou esta tarde de sábado um vídeo dos ataques na Venezuela ao som da música "Fortunate Son", dos Creedence Clearwater Revival. O que é curioso é o facto de o tema ser da altura da guerra no Vietname.
França condena ataque dos EUA à Venezuela
O ministro dos Negócios Estrangeiros de França condenou este sábado a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelas forças norte-americanas, durante uma operação que "viola" o direito internacional.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, está a acompanhar "de perto a situação na Venezuela e mantém contactos com os seus parceiros regionais", informou a equipa do chefe de Estado.
Embora Nicolás Maduro, no poder desde 2013, tenha "atentado gravemente contra a dignidade e o direito à autodeterminação" do povo venezuelano, "a França reitera que nenhuma solução política duradoura pode ser imposta de fora e que os povos soberanos decidem sozinhos o seu futuro", escreveu o ministro da Europa e dos Negócios Estrangeiros, Jean-Noël Barrot, numa mensagem na rede social X.
Trump garante que EUA vão "liderar a Venezuela até que seja possível haver uma transição justa, correta e equilibrada"
O presidente norte-americano, Donald Trump, falou ao mundo após ter avançado com uma incursão militar na capital da Venezuela e de capturar o líder Nicolás Maduro, assim como a esposa.
O líder norte-americano asseverou que a Venezuela "sabia" da incursão, que estava preparada, que os americanos têm o melhor equipamento do mundo, e que nenhum americano foi morto. "Vamos gerir a Venezuela até que seja possível haver uma transição justa, correta e equilibrada", disse.
Revelada a primeira imagem de Nicolás Maduro após ser capturado pelos EUA
O presidente dos EUA, Donald Trump, revelou, este sábado a primeira imagem de Nicolás Maduro a bordo do USS Iwo Jima, após ser capturado pelos EUA, na sua rede social.
China condena ataques dos EUA e pede respeito pelo direito internacional
A China condenou hoje os ataques militares lançados pelos Estados Unidos contra a Venezuela e apelou a Washington para que respeite o direito internacional e os princípios da Carta das Nações Unidas, noticia a agência EFE.
A posição da China foi expressa num comunicado da porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, em resposta a perguntas de jornalistas sobre a operação militar norte-americana e o anúncio do Presidente Donald Trump da captura do chefe de Estado venezuelano, Nicolás Maduro, e da esposa, Cilia Flores
A China declarou-se "profundamente chocada" com a operação militar norte-americana e condenou o que descreveu como o "uso descarado da força" contra um país soberano.
Lusa
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Edmundo González deve assumir presidência "de imediato", diz líder opositora María Corina Machado
A líder da oposição na Venezuela, María Corina Machado, defendeu este sábado que o antigo candidato opositor Edmundo González Urrutia deverá "assumir de imediato" o mandato presidencial, após os Estados Unidos terem capturado o líder venezuelano, Nicolás Maduro.
"Esta é a hora dos cidadãos. Os que arriscaram tudo pela democracia no 28 de julho [de 2024]. Os que elegemos Edmundo González Urrutia como legítimo Presidente da Venezuela, que deve assumir de imediato o seu mandato constitucional e ser reconhecido como comandante supremo das Forças Armdas nacionais", afirmou María Corina, distinguida com o Nobel da Paz 2025, num comunicado divulgado nas redes sociais.
"Hoje estamos preparados para fazer valer o nosso mandato e tomar o poder", disse, numa alusão às eleições presidenciais de 28 de julho de 2024, nas quais Maduro foi reeleito para um terceiro mandato, apesar de a oposição reclamar a vitória de Edmundo González, com base nas atas eleitorais.
"Permanecemos vigilantes, ativos e organizados até que se concretize a Transição Democrática. Uma transição de que todos precisamos", pode também ler-se no comunicado.
María Corina Machado deixou também umas palavras de força aos venezuelanos, tanto os que estão no País como os que estão fora.
Lusa
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Guterres expressa "profunda preocupação" com a "escalada de tensão"
O secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou hoje a sua "profunda preocupação" com a recente "escalada de tensão na Venezuela", alertando que a ação militar dos EUA, poderá ter "implicações preocupantes" para a região.
Guterres sublinhou, através do seu porta-voz, Stéphane Dujarric, que os recentes acontecimentos constituem "um precedente perigoso" para a ordem internacional e insistiu na necessidade de "pleno respeito, por parte de todos", do direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas.
"O secretário-geral está profundamente preocupado com o facto de as normas do direito internacional não terem sido respeitadas", afirmou o porta-voz, sem entrar em detalhes sobre o alcance ou as circunstâncias da ação militar dos Estados Unidos, nem sobre possíveis responsabilidades concretas.
Lusa
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Trump diz que Maduro não terá sucessor do seu regime
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que os Estados Unidos não deixarão nenhum membro do regime venezuelano suceder ao seu homólogo, Nicolás Maduro.
"Não podemos correr o risco de deixar alguma outra pessoa tomar o seu lugar e prosseguir o seu caminho", afirmou, numa entrevista à Fox News a propósito da captura de Maduro, em Caracas.
Os Estados Unidos da América (EUA), acrescentou, estão "muito envolvidos" no futuro da Venezuela e "querem a liberdade para o povo".
Lusa
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"Foi simplesmente incrível": Trump garante que ataque na Venezuela teve poucos feridos e nenhuma morte
O presidente dos EUA, Donald Trump, referiu ter estado a acompanhar a operação de Mar-a-Lago, na Flórida. "Ninguém mais conseguiria fazer algo parecido", disse o líder norte-americano em entrevista à Fox News. "Foi simplesmente incrível o trabalho que fizeram", acrescentou. Trump confirmou não terem existido baixas norte-americanas durante as operações.
Venezuelanos na Flórida comemoram notícia da captura do presidente Nicolás Maduro
VÍDEO: AP
Donald Trump diz que Maduro e mulher estão num navio de guerra americano
O presidente da Venezuela Nicolás Maduro e a sua esposa estão a bordo do navio de guerra americano Iwo Jima e a caminho de Nova Iorque, onde vão enfrentar um processo judicial, referiu Donald Trump durante uma entrevista dada à Fox News.
"Não podemos correr o risco de deixar outra pessoa assumir o poder e simplesmente dar continuidade ao que ele deixou, ou ao que ele deixou inacabado", referiu Trump sobre o futuro de Governo para a Venezuela.
Ministro da Defesa venezuelano convoca mobilização total das forças armadas após ataque dos EUA
VÍDEO: AP
Ministro do Interior da Venezuela pede calma após ataque dos EUA e captura de Maduro
VÍDEO: AP
Vice-presidente venezuelana exige "prova de vida" após EUA capturarem Nicolás Maduro e a mulher
VÍDEO: AP
Procuradora geral dos EUA revela que Maduro e a mulher vão ser julgados em Nova Iorque
Pam Bondi, a Procuradora Geral dos EUA, revelou este sábado que Nicolás Maduro e a mulher, Cilia Flores, vão ser julgados em Nova Iorque, depois de terem sido indiciados por narcoterrorismo, importação de cocaína e posse de metralhadoras e explosivos.
O presidente da Venezuela e a primeira dama foram capturados este sábado em Caracas, na sequência de uma operação de militares norte-americanos, conforme confirmou Donald Trump.
António Costa acompanha "com grande preocupação" situação na Venezuela
António Costa, Presidente do Conselho Europeu, diz que está a acompanhar "com grande preocupação" a situação na Venezuela.
"A União Europeia apela a uma resolução baseada no quadro do direito internacional e nos princípios consagrados na Carta das Nações Unidas", disse António Costa no X.
"A União Europeia continuará a apoiar uma solução pacífica, democrática e inclusiva na Venezuela", acrescentou.
Vídeo mostra explosões em Caracas durante ataque dos EUA
VÍDEO: AP
“Tenho esperança de que aquele país volte a ser livre”: portugueses sobre a detenção de Maduro na Venezuela
Comunidade madeirense com família no país vive a notícia dos ataques dos EUA com muito receio.
Líderes internacionais reagem a ataque dos EUA à Venezuela
O presidente Donald Trump ordenou ataques contra a Venezuela e anunciou a detenção de Nicolás Maduro e da mulher. O país declarou estado de emergência nacional.
A comunidade internacional tem vindo a reagir aos ataques na madrugada deste sábado na Venezuela. Leia tudo aqui.
Núcleo das Comunidades do JPP confiante que democracia ganhará na Venezuela
O Núcleo das Comunidades do Juntos pelo Povo (JPP), maior partido da oposição da Madeira, enviou este sábado um voto e solidariedade à comunidade madeirense na Venezuela, declarando confiança que a democracia e a liberdade "voltarão a prevalecer".
Em comunicado, o JPP assegura que está a acompanhar com a máxima atenção as recentes notícias relativas à situação política na Venezuela, que "dão como certa de deposição de Nicolás Maduro da Presidência da República Bolivariana da Venezuela".
O Núcleo das Comunidades do JPP envia um voto de "solidariedade, confiança e coragem" a toda a comunidade madeirense residente naquele país, lembrando que tem formas de contacto permanente com as nossas comunidades na Venezuela, que permanece vigilante e a defender sempre "o primado da liberdade e da democracia", lê-se no documento.
Esta estrutura representativa das comunidades, através da sua coordenadora, Mariusky Spínola, destaca o seu "compromisso inabalável com os valores da democracia, da liberdade e da autodeterminação dos povos".
Lusa
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Governo sem indicação de portugueses afetados pelos ataques dos EUA contra a Venezuela
O Governo português disse este sábado à Lusa que não há, até ao momento, indicações de que cidadãos portugueses tenham sido afetados pelos ataques aéreos dos Estados Unidos contra a Venezuela.
"Até ao momento não temos indicação de que a comunidade portuguesa esteja a ser afetada", indicou fonte oficial.
UE pede contenção e respeito pelo Direito após ataques dos EUA
A União Europeia pediu este sábado "contenção" e o respeito pelo Direito Internacional, após ataques aéreos norte-americanos na Venezuela, enquanto reiterou a falta de legitimidade do líder venezuelano, Nicolás Maduro, cuja captura foi reclamada pelos Estados Unidos.
"Falei com o secretário de Estado [norte-americano] Marco Rubio e o nosso embaixador em Caracas. A UE está a acompanhar de perto a situação na Venezuela", afirmou, numa mensagem na rede X, a alta representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, Kaja Kallas.
"A UE afirmou repetidamente que o senhor Maduro carece de legitimidade e defendeu uma transição pacífica. Em todas as circunstâncias, os princípios do Direito Internacional e da Carta das Nações Unidas devem ser respeitados", disse, acrescentando: "Pedimos contenção".
Presidente da Colômbia diz que ataque na Venezuela causou vítimas civis
O Presidente da Colômbia veio denunciar que os ataques em Caracas, durante a madrugada deste sábado, causaram vítimas civis. A informação foi partilha na rede social X, num vídeo em que o presidente mostra o que diz ser "um carro bombardeado" perto do Aeroporto da capital da Venezuela.
Governo venezuelano pede reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU
A Venezuela solicitou hoje uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, após o ataque militar dos Estados Unidos, que afirmam ter capturado o Presidente Nicolás Maduro.
"Face à agressão criminosa cometida pelo Governo dos Estados Unidos contra a pátria, solicitámos uma reunião urgente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, responsável por fazer respeitar o direito internacional", declarou o ministro dos Negócios Estrangeiros venezuelano, Yvan Gil, na aplicação de mensagens Telegram.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou hoje um "ataque em grande escala" na Venezuela para a captura do chefe do Estado venezuelano, Nicolas Maduro, que foi retirado à força do país.
Lusa
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Marco Rubio diz que Maduro será julgado nos EUA
O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, diz que Nicolás Maduro vai ser julgado nos EUA, por acusações criminais.
Quem confirmou a prisão do presidente venezuelano foi Mike Lee, após um telefonema com Rubio, avança a BBC.
Diplomacia norte-americana descarta mais ataques para já
Os Estados Unidos da América terminaram para já os ataques militares à Venezuela, afirmou este sábado um senador republicano citando o chefe da diplomacia norte-americana, Marco Rubio.
Rubio "não prevê nenhuma ação suplementar na Venezuela agora que [o Presidente venezuelano, Nicolás] Maduro foi detido pelos Estados Unidos", afirmou na rede social X o senador Mike Lee, inicialmente crítico de uma intervenção norte-americana, após uma conversa telefónica com o secretário de Estado da administração de Donald Trump.
O 'número dois' da diplomacia dos Estados Unidos declarou este sábado que a Venezuela entrará numa "nova era" depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter admitido um ataque em larga escala contra o país.
Lusa
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Vice-presidente afirma desconhecer paradeiro de Maduro e exige aos EUA prova de vida
A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou este sábado desconhecer o paradeiro do Presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores, após Donald Trump ter confirmado um ataque contra o país e anunciado a captura de ambos.
Em contacto telefónico com o canal estatal Venezolana de Televisión (VTV), Rodríguez exigiu ao governo de Trump uma prova de vida de Maduro e Flores, ao mesmo tempo que denunciou que o ataque norte-americano "matou militares e civis", sem adiantar um número preciso.
"Desconhecemos o paradeiro do Presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores. Exigimos ao Presidente Donald Trump uma prova de vida imediata do Presidente Maduro e da primeira-dama", proclamou Rodríguez.
Lusa
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Espanha apela ao respeito pelo Direito Internacional e diz estar disponível para mediar solução pacífica na Venezuela
O governo espanhol veio apelar ao fim da "escalada" de tensão na Venezuela, após as explosões ouvidas na capital de Caracas e de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter vindo anunciar a detenção do presidente Maduro e da esposa. O governo de Espanha apelou ao respeito pelo direito internacional e referiu ainda estar disponível para mediar uma solução pacífica.
O governo de Sánchez apontou ainda "não ter reconhecido os resultados das eleições" da Venezuela, realizadas a 28 de julho de 2024, e que "sempre apoiou as iniciativas para alcançar uma solução democrática" para o país, cita o El Mundo. O comunicado refere ainda que Espanha acolheu dezenas de milhares de venezuelanos que tiveram de abandonar o país por motivos políticos e que quer ajudar numa solução democrática para o futuro.
Correio da Manhã
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Donald Trump fala ao mundo às 16h00
O presidente dos EUA, Donald Trump, marcou uma conferência de imprensa para as 11h00 (16h00 em Portugal).
Candidatos presidenciais reagem aos ataques na Venezuela
Os candidatos presidenciais já vieram reagir à incursão militar levada a cabo pelos EUA na Venezuela, na madrugada deste sábado, e que provocou explosões na capital de Caracas.
Embaixada de Portugal em Caracas apela à comunidade portuguesa para se manter em casa
A Embaixada de Portugal em Caracas apelou à comunidade portuguesa na Venezuela para se manter "tranquila e em casa, atendendo ao estado de emergência declarado pelas Autoridades Venezuelanas. "No âmbito da sua missão de apoio permanente à Comunidade Portuguesa residente na Venezuela, os Consulados-Gerais de Portugal em Caracas e Valência colocam à disposição canais destinados a situações urgentes, reforçando o compromisso do Estado português com a proteção e assistência dos seus cidadãos", lê-se na nota publicada na manhã deste sábado.
A Embaixada recomenda ainda que os cidadãos nacionais residentes na Venezuela mantenham os seus contactos atualizados, a fim de garantir uma comunicação eficaz e atempada com os serviços consulares portugueses sempre que se revele necessário.
O presidente norte-americano, Donald Trump, veio referir que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado e levado para fora do país juntamente com a esposa. As declarações surgem após as explosões em Caracas, na manhã deste sábado, "um ataque em larga escala contra a Venezuela e o seu líder", disse Donald Trump. "Esta operação foi realizada em conjunto com as forças de segurança americanas", escreveu o presidente dos EUA.
Correio da Manhã
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Líderes da oposição venezuelanos recusam comentar ataques dos EUA
A líder da oposição venezuelana e Nobel da Paz 2025, María Corina Machado, bem como o antigo candidato presidencial da oposição Edmundo González Urrutia escusaram-se a comentar para já os ataques aéreos contra a Venezuela atribuídos aos Estados Unidos.
"Neste momento, não há uma declaração oficial sobre os factos relatados na Venezuela. Qualquer informação confirmada será divulgada oportunamente pelos canais oficiais", afirmou o porta-voz oficial de ambos os opositores na rede social X.
Lusa
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Portugueses na Venezuela temem violência e agravamento da crise humanitária após explosões
Voos rasantes de aviões e explosões em várias regiões da capital venezuelana sobressaltaram este sábado a noite da população, incluindo portugueses, intensificando os temores de um agravamento de um conflito com os Estados Unidos para uma guerra.
Portugueses contactados pela Lusa também disseram recear que ocorram situações de violência e que se agrave a situação de crise humanitária na Venezuela.
"Nas últimas horas aviões norte-americanos foram vistos em várias regiões do país, como Mérida, Miranda, Falcón e Caracas. A simples presença, o ruido dos aviões causa preocupação. Mas hoje fomos acordados com explosões em pelo menos sete lugares da capital, entre eles a base aérea de La Carlota e o Forte de Tiúna, a principal base militar de Caracas", explicou um português à agência Lusa.
Lusa
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Trump diz que Nicolás Maduro e mulher foram capturados e levados para fora da Venezuela
O presidente norte-americano veio referir que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado e levado para fora do país juntamente com a esposa. As declarações surgem após as explosões em Caracas, na manhã deste sábado, "um ataque em larga escala contra a Venezuela e o seu líder", disse Donald Trump. "Esta operação foi realizada em conjunto com as forças de segurança americanas", escreveu o presidente dos EUA.
A declaração foi feita através de uma publicação feita na manhã deste sábado, através da rede social Truth Social.
Portugal "acompanha ao minuto" situação na Venezuela
Portugal está "a acompanhar a situação na Venezuela ao minuto", disse à Lusa uma fonte do Governo, após várias explosões em Caracas, que denunciou uma "gravíssima agressão militar".
De acordo com a mesma fonte, as autoridades portuguesas estão em contacto com a embaixada em Caracas e com vários governos europeus.
Numa nota enviada às redações, o Governo referiu ter contactado diretamente o Presidente do Governo Regional da Madeira e as principais forças da oposição. "A prioridade absoluta é a segurança e o bem-estar da comunidade portuguesa na Venezuela, que se encontra bem e calma, embora naturalmente expectante", lê-se em comunicado.
"Não tendo reconhecido os resultados
eleitorais de 2024 e defendendo o regresso tão rápido quanto possível à
normalidade democrática, Portugal apela à redução das tensões, ao respeito pelo
Direito Internacional e pela Carta das Nações Unidas, bem como à promoção da
segurança e da tranquilidade públicas".
Lusa
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Presidente da República acompanha situação na Venezuela
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, está a acompanhar a situação na Venezuela em articulação com o Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros. A informação foi avançada através de uma nota publicada na manhã deste sábado no site da Presidência da República.
Lusa
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Trump deu 'luz verde' a ataques contra alvos na Venezuela há alguns dias
O presidente dos EUA, Donald Trump, terá ordenado ataques contra alvos da Venezuela durante esta madrugada, incluindo militares, numa ofensiva contra o regime de Nicolás Maduro, de acordo com fontes do governo norte-americano em declarações à CBS. A Casa Branca ainda não veio prestar qualquer declaração oficial.
O Governo da Venezuela denunciou este sábado uma "gravíssima agressão militar" após as explosões que abalaram a capital durante a noite, e o Presidente Nicolás Maduro decretou estado de exceção.
Fortes explosões, com sons semelhantes a aeronaves a sobrevoar Caracas, ocorreram por volta das 02h00 (06h00 em Lisboa) na capital da Venezuela, referiu um jornalista da agência de notícias France-Presse.
Correio da Manhã
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Lusa
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Governo de Maduro denuncia "gravíssima agressão militar" por parte dos EUA na Venezuela e declara estado de emergência
O governo da Venezuela acusou os EUA de atacar instalações civis e militares após terem sido noticiadas pelo menos sete explosões por volta das 2h da manhã, horário local, este sábado, na capital Caracas. "A Venezuela repudia a gravíssima agressão militar levada a cabo pelo atual governo dos EUA contra o território e a população venezuelano nas localidades civis e militares de Caracas", lê-se no comunicado citado pela Associated Press.
O governo venezuelano afirmou que os ataques ouvidos na madrugada deste sábado ocorreram em Caracas, bem como nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Caracas, tendo também acusado Washington de orquestrar o ataque, numa tentativa de se apoderar dos recursos petrolíferos e minerais do país, prometendo que tais esforços "não terão sucesso", refere o comunicado oficial.
"Todo o país se deve mobilizar para derrotar esta agressão imperialista", dizia o comunicado do governo, acrescentando um apelo por uma reunião imediata do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
O comunicado refere ainda que o presidente Nicolás Maduro “ordenou a implementação de todos os planos de defesa nacional” e declarou "estado de perturbação externa". O estado de emergência confere o poder de ampliar o papel das forças armadas.
Correio da Manhã
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Fortes explosões ouvidas na capital da Venezuela após ameaças dos EUA
Fortes explosões, com sons semelhantes a aeronaves a sobrevoar Caracas, ocorreram este sábado por volta das 02:00 (06:00 em Lisboa) na capital da Venezuela, referiu um jornalista da agência de notícias France-Presse. A zona sul da cidade está sem eletricidade, de acordo com relatos de moradores. O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, já veio reagir aos ataques, acusando os EUA e declarando o estado de emergência no país.
O presidente dos EUA, Donald Trump, terá ordenado ataques contra alvos da Venezuela durante esta madrugada, incluindo militares, numa ofensiva contra o regime de Nicolás Maduro, de acordo com fontes do governo norte-americano em declarações à CBS. A Casa Branca ainda não veio prestar qualquer declaração oficial.
Os sons das explosões continuaram a ser ouvidos por volta das 02:15 (06:15 em Lisboa). É possível ver-se algumas das explosões em vídeos publicados por moradores nas redes sociais.
Correio da Manhã
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