Terá a NATO futuro?
Talvez seja a altura de a Europa pensar na sua defesa comum sem contar com o Tio Sam.
Carlos Fiolhais
FísicoTalvez seja a altura de a Europa pensar na sua defesa comum sem contar com o Tio Sam.
As pessoas, pressionadas pela subida de preços, estão naturalmente insatisfeitas.
É muito pouco católico puxar as orelhas ao Papa. Antevejo que os americanos vão puxar as orelhas a Trump.
O futuro da Europa passava pelo resultado das eleições húngaras.
Vi Neil Armstrong e Buzz Aldrin andar aos pulos no solo lunar na transmissão televisiva a preto e branco.
Nada indica que os preços dos combustíveis desçam significativamente nos tempos mais próximos.
Basta olhar para outros episódios do interminável conflito no Médio Oriente, para reconhecer a sua repetição. Vejamos dois.
Seguro está a ser muito razoável quando diz opor-se ao "frenesim eleitoral".
Os preços vão aumentar ainda mais se o conflito continuar.
Instabilidade gerada agora pelo ex-primeiro-ministro só se percebe se ele próprio quiser voltar a ocupar o cargo.
Trump para ser reeleito, prometeu que focar-se nos problemas internos em vez de se envolver em conflitos.
O governo reagiu sem a necessária prontidão à tempestade Kristin.
Os cidadãos escolheram inequivocamente o candidato eivado dos valores democráticos.
Num contexto de alterações climáticas, temos de estar preparados para novas catástrofes.
Para usar esta funcionalidade deverá efetuar login.
Caso não esteja registado no site do Correio da Manhã, efetue o seu registo gratuito.