Um dia vai haver um governo que suceda ao atual do PSD, encabeçado por Luís Montenegro. Este é um governo de maioria apenas relativa, que se aproveita da divisão existente na oposição: para o primeiro-ministro «não-é-não», mas também «não-é-sim», ao sabor do vento que passa. E é um governo que até agora produziu poucos resultados. As pessoas, pressionadas pela subida de preços, estão naturalmente insatisfeitas. Não admira, por isso, que as mais recentes sondagens sejam favoráveis ao PS. Um inquérito da Intercampus para o CM, a CMTV e o Negócios coloca o PS à frente do PSD e do Chega e coloca José Luís Carneiro à frente de Montenegro como «melhor primeiro-ministro», embora por curta margem: 30% contra 29%, ficando André Ventura com 23%. Claro que Montenegro se pode desculpar com as catástrofes naturais que assolaram o país e com a guerra no Médio Oriente, mas as suas desculpas escondem debilidades em várias áreas, desde pastas mais difíceis como a Saúde e o Trabalho até outras, onde seria fácil brilhar, como os Negócios Estrangeiros e a Cultura. Da Reforma do Estado deixou de se ouvir falar.
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