Eu tinha 13 anos quando o módulo lunar Eagle da missão Apolo 11 da NASA pousou na Lua. Vi Neil Armstrong e Buzz Aldrin (que hoje tem 96 anos!) andar aos pulos no solo lunar na transmissão televisiva a preto e branco. Vou ter mais de 70 anos quando a missão Artémis IV, ainda da NASA, concretizar o regresso da Humanidade à Lua, e espero ver as imagens dos novos astronautas a cores e em alta resolução. Mas receio que continuem os atrasos do programa americano. A Artémis IV, anunciada para 2028, pode demorar mais do que está anunciado, uma vez que ainda não está construído o veículo que permitirá a descida da órbita lunar até à superfície do nosso satélite natural. Há dois candidatos, o Starship HLS (Human Landing System), da Space X, de Elon Musk, e o Blue Moon, da Blue Origin, de Jeff Bezos. Para 2027 está previsto, com a Artémis III, o teste, em baixa órbita terrestre, de um ou de ambos. A NASA, que tem contratos com os dois, terá de escolher. O Starship HLS é bastante maior (tem a altura de um prédio de 15 andares, obrigando os astronautas a descer de elevador) e precisa de ser abastecido em órbita terrestre antes de seguir para a Lua (serão necessários cerca de uma dúzia de voos com foguetões a levar combustível para uma nave de depósito). O desenvolvimento do Starship prossegue, mas o mais recente voo de teste foi em Outubro passado (o próximo vai ser em Maio). O Blue Moon está ainda mais atrasado. Quer dizer, o meio de alunagem está longe de estar operacional, não se sabendo quando vai estar nem quanto vai custar.
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Vi Neil Armstrong e Buzz Aldrin andar aos pulos no solo lunar na transmissão televisiva a preto e branco.
Nada indica que os preços dos combustíveis desçam significativamente nos tempos mais próximos.
Basta olhar para outros episódios do interminável conflito no Médio Oriente, para reconhecer a sua repetição. Vejamos dois.
Seguro está a ser muito razoável quando diz opor-se ao "frenesim eleitoral".
Os preços vão aumentar ainda mais se o conflito continuar.
Instabilidade gerada agora pelo ex-primeiro-ministro só se percebe se ele próprio quiser voltar a ocupar o cargo.
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