Quando se zangam os compadres, descobrem-se as verdades. É assim em todo o lado, incluindo a Hungria. O partido de extrema-direita Fidesz, encabeçado por Viktor Orbán, o primeiro-ministro que governa o país há 16 anos (aos quais se somam quatro anteriores) instituiu um ciclo autoritário em que o compadrio se generalizou. Mudou a Constituição, diminuiu o Parlamento, redesenhou os círculos eleitorais, controlou a justiça, domesticou os órgãos de comunicação social, enquanto alimentava uma casta dirigente unida por interesses e benefícios. Antes de haver Trump na América já havia um Trump na Europa, visto naturalmente com simpatia por Putin.
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O futuro da Europa passava pelo resultado das eleições húngaras.
Vi Neil Armstrong e Buzz Aldrin andar aos pulos no solo lunar na transmissão televisiva a preto e branco.
Nada indica que os preços dos combustíveis desçam significativamente nos tempos mais próximos.
Basta olhar para outros episódios do interminável conflito no Médio Oriente, para reconhecer a sua repetição. Vejamos dois.
Seguro está a ser muito razoável quando diz opor-se ao "frenesim eleitoral".
Os preços vão aumentar ainda mais se o conflito continuar.
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