Há poucos dias tentei abastecer de gasolina o meu carro num posto com preços mais baixos. Estranhei não haver qualquer fila, mas depressa percebi a razão: o combustível tinha-se esgotado. Fui a outro sítio, onde as bombas funcionavam: os preços mais altos (gasóleo acima da gasolina e a mais de dois euros o litro) não inibiam a procura. Apesar de o meu automóvel ser híbrido, estou como muita gente, ainda dependente dos combustíveis fósseis, que dispararam com o novo episódio de recrudescimento na longa guerra no Médio Oriente.
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Nada indica que os preços dos combustíveis desçam significativamente nos tempos mais próximos.
Basta olhar para outros episódios do interminável conflito no Médio Oriente, para reconhecer a sua repetição. Vejamos dois.
Seguro está a ser muito razoável quando diz opor-se ao "frenesim eleitoral".
Os preços vão aumentar ainda mais se o conflito continuar.
Instabilidade gerada agora pelo ex-primeiro-ministro só se percebe se ele próprio quiser voltar a ocupar o cargo.
Trump para ser reeleito, prometeu que focar-se nos problemas internos em vez de se envolver em conflitos.
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