Não há uma segunda oportunidade para causar a primeira impressão e o presidente António José Seguro aproveitou bem a sua tomada de posse. No discurso, ao falar da desordem no mundo, citou o filósofo inglês Thomas Hobbes, que chamou ao homem «lobo do homem». De facto, não faltam no globo homens a imitar lobos. Para Hobbes, era preciso um Estado forte para regular a natureza animal do ser humano, mas não há nem nunca houve um governo do mundo. As Nações Unidas, um fóssil da Segunda Guerra Mundial, estão impotentes perante os «lobos do homem», chamem-se estes Netanyahu, Trump ou Putin.
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