Donald Trump disse em 2018, no seu primeiro mandato, que a invasão pelos EUA do Iraque e do Afeganistão, ordenada por George W. Bush, tinha sido "o pior erro da história do país". Na campanha para ganhar o seu novo mandato, prometeu que se iria focar nos problemas internos ('Tornar a América grande outra vez') em vez de se envolver em conflitos em sítios distantes. Regressado à Casa Branca, está a fazer precisamente o contrário. Ordenou a 3 de Janeiro passado a operação de captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Trump parecia um 'polícia' autoritário a prender um 'bandido' escondido. Agora, com o envio de uma poderosa força naval e aérea para o Médio Oriente, que ameaça atacar o Irão, avolumam-se os sinais de que o líder dos EUA quer mesmo ser o polícia do mundo. Existe um precedente para o eventual ataque: a 22 de Junho de 2025, durante a guerra de doze dias entre Israel e Irão, a Força Aérea americana bombardeou três instalações nucleares iranianas. Trump afirmou ter 'obliterado' a capacidade nuclear iraniana, garantindo na altura que o êxito tinha sido total. Pelos vistos enganou-se ou enganou-nos, uma vez que uma das justificações da actual ameaça é a necessidade de destruir a referida capacidade nuclear.
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