Foi notícia há dias um «Manifesto contra o uso da ‘inteligência’ artificial (IA) generativa» no ensino superior, assinado por académicos que muito prezo. Depois de alguns considerandos sobre a conversão dos alunos em «cretinos digitais» e a sensação de «impotência e desalento» dos professores, defendem que «o ponto de partida urgente não pode ser outro que não o da proibição do uso da IA».
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A IA, que resultou da ciência, está a alargar os horizontes dela. E está também a expandir as do ensino.
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